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O ano é 1914. De um lado há a terrível escuridão confabulando sobre ações que certamente vão levar o mundo tal qual conhecido ao desastre iminente. Quando Érebos resolve retornar, ele conta com aliados. Ares é o deus da Guerra e, em sua opinião, tudo é valido desde que haja sangue gratuito; Éris, por sua vez, crê que a discórdia é uma sementinha que deve ser muito bem cuidada e regada todos os dias. Os Três Grandes estão em absoluto desespero: o que fazer quando a verdade é terrível? Em meio a um caos que se forma, as conspirações e as ameaças são constantes. Semideuses foram raptados a um momento inicial, mas tomaram parte dos Deuses Opositores. E ainda há aqueles que preferem manter a fidelidade aos Olimpianos, lutando por seus pais e mães. Quando tudo que se vê no horizonte é uma tela manchada de sangue, o que você irá fazer? Tudo é guerra, qual lado será o que você vai escolher?
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[Evento - Trama] — RMS Titanic

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[Evento - Trama] — RMS Titanic

Mensagem por Oráculo em Ter Set 10, 2013 1:54 pm



Haviam ali, dois campistas parados ao convés enquanto conversavam e observavam aquela massa azul marinho no meio da noite, aterradora por seus mistérios e sua sedução peculiar, o oceano é imprevisível... Foi então que passos suaves foram passando apressados e quase sem ser ouvidos por aquela mulher de vestes brancas, parecia não se incomodar com a sensação térmica  de quase doze graus negativos.
Depois de chegar ao meio do convés ela girou e riu, dançou consigo mesma como se estivesse liberta de uma maldição que aterrava sua vida, ela parou no parapeito e encheu os pulmões com o ar gélido, depois soprou inclinando-se brevemente, não demorou para que um iceberg surgisse, ela se virou para os dois presentes no convés, e tanto Nerisa quando Cheshire poderiam reconhecer os traços de Perséfone naquela mulher, porem sabiam que não era ela. Tal mulher se desfez em névoa naquele mesmo momento e então os alarmes e sinos começaram a soar, não levou muito mais do que alguns minutos para que o navio se chocasse com a massa de gelo gigantesca, alguns saíram e brincaram com pedaços de gelo no convés enquanto a tripulação estava em alerta, um dos guardas simplesmente gritou irritado com o outro quando tratavam de um delinquente que havia sido preso no navio, este dizia: “Se esse navio afundar, é melhor deixa-lo lá para que morra!”
Os semideuses que se encontraram no compartimento de cargas tinham se dispersado, mas agora com todo o estardalhaço, era de se esperar que estivessem juntos novamente, um sátiro apareceu com os quatro que haviam sido chamados para a missão e incumbiu a todos – já que estavam ali – de salvar os semideuses novatos, os alertando de que as forças de Érebo também estariam ali com a mesma missão. Houve mais um breve impacto, e então a tripulação começou a correr de um lado para o outro distribuindo salva vidas, o tempo que restava era pouco.
Não bastasse, para ajudar ainda mais, alguns dos guardas agora eram novamente trazidos a tona da nevoa. Eram Telquines, estavam armados de lanças e arpões e vestiam armaduras de couro. Sua missão? Nenhuma, apenas queriam carne de semideus e vingar-se do que os deuses fizeram a eles. Os semideuses que não sabiam ainda quem eram, tiveram uma revelação interessante, o símbolo dos seus pais simplesmente brilhou sobre suas cabeças e deu aos monstros ainda mais certeza de que deveriam devorá-los.

Regras de Postagem e Especificações:
• Numero de palavras igual ao equivalente das RPs (200).

• As narrativas deverão ser coerentes e o mais limpas possível.

• Os telquines estão por todo lugar, então é muito possível que se encontrem com eles a qualquer momento.

Os campistas novatos poderão encontrar armas comuns a escolha no compartimento de cargas e poderão usar seus poderes de nível 1.

• Existem 5 easter eggs nesse evento, 3 de nível prata, 1 de nível ouro e 1 de nível platina. Pensem bastante e procurem, caso encontrem, coloquem no turno e incluam no fim do post em spoiler também.

• Ao que todos postarem, deverão aguardar um novo post da moderação responsável pelo evento (Oráculo).

• O prazo limite para postagem será de 48 horas a partir do momento que esse post for incluso no fórum, sendo a punição para a ausencia não justificada a penalidade que poderá ser desde a queda das premiações até a morte do campista.

• Boa sorte a todos.
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Re: [Evento - Trama] — RMS Titanic

Mensagem por Nerisa Fuhrmänn em Ter Set 10, 2013 3:45 pm


Princess ☠f Underworld!
Won't walk the Earth a specter, Won't hold my tongue from lashing out. This is my writ of honor. Drawn by the blood that I have shed The beasts will soon assemble Conjoining in their putrid flesh Their hearts don't beat desire, They pump violence and poison.FLESH OPENS UP, BLOOD'S RETREATING DEATH'S EMBRACING. - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -  

── Eu acho que não. ── Eles estavam no convés do navio, apesar do frio. Doze graus negativos, e nenhum dos dois pareciam realmente se importar com o frio. Nerisa havia arrombado um dos quartos e encontrado várias peças de roupas, entre elas roupas de frio. Havia surrupiado um cachecol negro, feito de lã, e que agora estava enrolado contra seu pescoço; abandonou o sobretudo gasto e que mal a protegia das temperaturas baixas, uma calça jeans mais grossa e escura que a sua. Só não abriu mão dos coturnos, porque estava muito habituada e porque a bem da verdade, gostava dos mesmos. Tinha penteado os cabelos e sentia que estava bem consigo mesma. Carrasca ainda estava em suas costas, e a foice continuava em suas mãos. Separava-se do que quer que fosse, menos de suas armas. Agora, ela e Cheshire estavam tagarelando descontraidamente sobre a vida no acampamento e, então, tocaram em um ponto-chave daquilo tudo. Ches começava a contar como fora o breve encontro com sua mãe e discutiam, agora, o modo como Hades e Perséfone encaravam aquilo. Ela, claro, estava ao lado de seu pai. ── Eu não acho que ele esteja errado, não. O mínimo que ele pode querer é um pouco de fidelidade da parte dela. Porque francamente, meu pai realmente deve gostar da sua mãe. Ela não deveria trair Hades, e ele mesmo sabendo que ela tem outras crias por aí espalhadas pelo mundo, outros semideuses, ele ainda assim não deixou de estar com ela. Tudo bem, Hades deu alguns pulos para fora da cerca, mas quem não dá? E aposto que fez isso porque ela, sei lá, fez greve de sexo. ── Ele, entretanto, discordava. E discordava com veemência Ela revirou os olhos e ia responder quando ouviram passos. Calaram-se imediatamente e viraram-se para a fonte do barulho, temendo que fosse algum guarda que os havia descoberto. Se fosse o caso, Nerisa saberia o que fazer, afinal de contas - não tinha o mínimo medo de um simples guarda desarmado, bastaria um golpe com a foice e o jogaria no mar para os peixes. Entretanto, aquilo não era um guarda.
ㅤㅤO que era, exatamente, seria difícil de definir. ── Ela deve ser louca. ── Sussurrou para Cheshire, ao passo em que os orbes esverdeados fitavam com certo desprezo o modo como o corpo se balançava, em um dançar confuso e silencioso. Vestes brancas, que não pareciam muito grossas... Só poderia ser louca, não é mesmo? E então, veio a confirmação. Uma súbita gargalhada, risadas ecoando por todo o convés. Ela foi caminhando em direção a eles, mas não parecia realmente enxergá-los. A mulher de vestes brancas causou um arrepio em Nerisa, que por reflexo acabou aproximando-se um pouco de Cheshire, engolindo em seco. Ela inclinou-se no parapeito e então pareceu inspirar o ar noturno, não se importando com a presença de ambos os semideuses ali. E então, ela soprou na direção do mar, e como um passe de mágica, Nerisa arregalou os olhos. Agarrou a manga do casaco de Ches, reprimindo o ar com um ofegar profundo. A mulher havia virado o rosto após aquele movimento e veio a confirmação. Não, as feições eram semelhantes demais com a Rainha do Submundo, mas não era ela. Era outra pessoa, que em muitos aspectos era parecida com Perséfone. Sua madrasta não iria até ali apenas para calar a boca da filha de Hades, ela tinha certeza absoluta daquilo. ── Despina! Ela é despina! ── Sussurrou, e quando a mulher abriu um sorriso maldoso, a morena teve certeza. Ela desapareceu perante os olhos dos semideuses e Nerisa inclinou o corpo no parapeito. ── FILHA DA PUTA. ── O xingamento veio “sem-querer-querendo”. Um iceberg surgia no meio do oceano e ela precisou agarrar-se com força nas barras de proteção do navio quando houve um primeiro impacto. Sentiu Cheshire ajudá-la e ela ouviu sirenes, barulhos, gritos desesperados. Um labirinto de sons, de emoções.
ㅤㅤSeus olhos capturaram um sátiro, que tentava guiar não apenas os campistas enviados para a missão, mas também outros semideuses. Avistou Adamastor, Adam… Aquilo seria uma loucura. Eles precisavam proteger os demais. Havia uma espécie de contrabando de campistas, e aquilo não era aceitável, afinal. Quíron deveria estar uma fera por todos os campistas terem sumido daquele jeito, então era bom que precisassem ao menos ter sucesso naquilo. O frio intenso, e Nerisa aceitou um dos coletes de salva-vidas oferecidos, embora ela não fosse precisar. Lutar com aquilo não seria totalmente difícil, e caso caísse no mar, estaria a salvo, não? Se ignorasse a temperatura, ao menos. Haviam sombras de Érebo por ali, e ela prendeu-se nessa informação. Malditos. Sentiu quando braços envolveram-na e remexeu-se. Com a foice em mãos, ela movimentou o cotovelo. Não era uma técnica limpa, mas quem se importava? Era sua vida em jogo. Nerisa empunhou a foice e avançou contra o primeiro telquine: o que havia lhe capturado. Tomou impulso, dando um salto e rapidamente movendo a foice contra um dos braços do telquine. Decepou-o fora e rapidamente moveu a foice na horizontal, cortando-lhe fora a cabeça. Quando olhou para os lados tentando avaliar a situação, algo a fez parar. ── Não acredito nisso. ── A voz ecoou alta. Isso tudo porque vários semideuses estavam sendo reclamados e ela apenas percebera aquilo naquele momento. E acima da cabeça de um deles, estava o símbolo inconfundível de Hades, o Deus do Submundo.

Este é o post número 012 que eu realizo com a personagem Nerisa Führhmann e contém 898 PALAVRAS. As pessoas citadas são Cheshire, DESPINA,Hades, NOCTUS, Perséfone..  Ela se passa em TITANIC. Eu gostaria de acrescentar que ganhei um meio-irmão, pqp. q

SHINJI @ OPS!


EASTER EGG:

Mulher semelhante a Perséfone: Despina.
Garoto preso em algum local do navio: Algum semideus perdido.
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Re: [Evento - Trama] — RMS Titanic

Mensagem por Noctus Bloodworth em Ter Set 10, 2013 3:47 pm

O grupo de semideuses parecia aumentar cada vez mais naquela área do navio, e quando muitos semideuses estavam juntos, era sinônimo de que algo muito ruim estava por vir. Primeiramente porque tantos semideuses não iriam aparecer assim do nada, segundo que o cheiro era muito forme, principalmente agora que estavam reunidos. Nunca podia esperar nada de criaturas, muito menos distingui-las graças a névoa e sua falta de experiência, tudo ainda era muito difícil.
Reunião em "família", então? Aquilo realmente poderia ser um problema, era como Shawn sempre dizia: "muita coisa divina junta sempre dava em merda".
Ficou a pensar os motivos por tudo aquilo está acontecendo, e principalmente o motivo por Shawn tê-lo mandado em tal navio, era como se aquilo fosse um teste, por mais arriscado. Aquele era Shawn, sempre precisava provar algo para alguém, mostrar-lhe que tudo poderia acontecer e ele estaria sozinho para enfrentar os seus problemas. Ali estava um, ir para o Acampamento sem conhecer muitas pessoas e ainda rodeado por pessoas de mesma espécie lhe assustava em partes.
O solavanco o fez balançar, seus olhos se arregalaram intensamente quando o ar começou a esfriar muito mais do que o normal. Os barulhos começaram a se tornar mais altos ao meio da confusão até que o gelo esvoaçou por todos os cantos. Abriu a boca tentando entender o que acontecia quando a figura toda de branco ( Que deveria ser Despina ) surgiu para a desgraça daquele navio. Se segurou nas paredes com o primeiro choque e logo as lascas de gelo voaram por todos os lados. O que aqueles idiotas estavam fazendo? Brincar no meio de uma colisão quando um Iceberg surgi do nada? Tudo bem que os mortais estariam cegos pela névoa e não veriam a mulher, mas ainda assim era de se esperar o mínimo de bom senso da parte deles enquanto buscassem ficar dentro dos compartimentos no caso de um acidente. Vacilou por um momento quando um guarda arrastava um homem pelo navio, olhou para ele fixamente, um ladrão? Aquele deveria ser (Jack Dawson) o rapaz que estava na terceira classe junto a ele e algumas outras pessoas que estavam por ali. Pouco sabia sobre o mesmo, até chegou a participar de uma das "festas" que fizeram na classe econômica. O que diabos ele estava fazendo, por que ele estaria roubando? Poderia ser tudo, mas não poderia ser deixado morrer quando o navio se encontrava naquela situação. Algo dentro dele dizia: "Deixe-o morrer, fuja, nós somos fortes para isso". Por um momento um lance de raiva subia por seu peito, mas em outro sua "moral" pedia para que não deixasse alguém ir para o mundo dos mortos assim, de forma tão inútil. Além do mais aquele homem poderia ser uma criatura, já que os demais policiais também eram.
Neste exato momento, por vacilo, quase esqueceu da transformação vinda dos guardas. Nunca visto aquele tipo de criatura, havia estudado várias, mas aquela era um tipo novo. O que diabos estava acontecendo naquele navio? De uma hora para outra tudo começou a enlouquecer. Ele realmente chegaria até NY? Esperava que sim!
Deu as costas e correu o mais rápido que conseguiu pelo navio, pulando dentre os pedaços de gelo do chão. Se encostava nas paredes para não cair quando achou finalmente um compartimento onde estava uma mangueira de incêndio e uma boia daquelas laranjas, pesadas. Não pestanejou em abrir a mangueira com tudo para acertá-las com o jato forte de água, seria uma forma de atrasá-los, ou empurrá-las para ganhar tempo. Além disso deixou a água escorrer pelo chão para que assim pudesse escorregar caso algo viesse a acontecer, uma forma de escapar de ataques de uma forma mais rápida utilizando apenas de suas habilidades.
A boia pesada ainda continuava em mãos quando o rapaz correu em direção a "prisão" para onde levavam Jack. Tentava ser sorrateiro e ao mesmo tempo não perder o guarda de vista, precisava ajudar o rapaz no meio daquela bagunça, além de sair do foco do ataque direto que poderia sofrer. Foi então que no meio do caminho se deparou com uma porta, e o que tinha lá dentro poderia lhe salvar. Arregalou os olhos ao ver as armas dentro do compartimento de cargas já muito próximo da prisão. Entrou o mais rápido que conseguiu para pegar uma espada e um escudo, o que já estava acostumado a usar. Serviria até como uma alto-defesa caso tentassem atacá-lo. As sombras lhe ajudavam em muito na furtividade, esperava que sua pouco experiência fosse o necessário para no mínimo ser menos perceptível no meio da noite.
Onde estava o guarda? Correu quando ainda conseguiu o ver e assim quando o mesmo trancafiou Jack, lançou a boia pesada em suas pernas para que o mesmo perdesse o equilíbrio e correu para tentar desferir uma pancada forte em sua nuca com o cabo da espada para que o mesmo desmaiasse, assim o mesmo não o causaria problemas e poderia ajudar o rapaz que conhecia. Caso conseguisse, iria libertar Jack e voltar a subir para se juntar aos demais semideuses ou procurar uma forma de sobreviver no meio daquilo.

Easter Eggs:
1~ Mulher de branco: Despina. 2 ~ Jack Dawson, o Jack da história oficial.  


Última edição por Noctus Bloodworth em Ter Set 10, 2013 5:20 pm, editado 1 vez(es)
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Re: [Evento - Trama] — RMS Titanic

Mensagem por Vince Morgenstern em Ter Set 10, 2013 4:18 pm



And be a simple kind of man
Be something you love and understand
Magic!


Fazia pouco tempo desde a chegada ao navio. Kurai estava ao seu lado desde a entrada. Fazia no máximo quatro horas que estavam ali depois de quase meio dia de remadas. Já imaginavam que algo poderia vir a acontecer dentro daquele navio, as notícias corriam rápido pelo acampamento. O que estaria dentro daquele navio de tão valioso que fizesse metade do acampamento fugir? Foi quando o ar gélido lhe cortou o rosto rude, Vincent que estava próximo a Kurai agarrou-a pelo braço e lhe puxou quando um pedaço de gelo voou muito próximo a eles. Tentou achar ao meio da névoa o responsável por aquilo, foi o suficiente para ver o tecido branco sumir, não chegou a reconhecer ou ver quem fizera aquilo, mas deveria ser uma mulher já que se tratava de um vestido. Cerrou os dentes quando o segundo impacto quase o fez cair para trás, o que diabos estava acontecendo?
Arqueou a sobrancelha para a sua companhia quando apontou para o iceberg enorme responsável pelos choques tremendo, por que algum ser divino faria um iceberg para bater em um navio? Logo em seguida os olhos registraram a as aparições, monstros começavam a aparecer da névoa, então algo realmente estava acontecendo ali. Tudo estava muito embolado. Puxou Kurai para se aproximar do grupo que estava ali parado e imaginava ser semideuses, afinal estavam encarando fixamente as criaturas. Seu palpite se concretizou quando o Sátiro chegou com mais quatro campistas que reconhecia, os escolhidos, e deu instruções para todos.
Vince conseguiu escutar a conversa por estar perto, ele também poderia ajudar em partes. Mas uma alfinetada se fez em sua cabeça, por que Sombras de Erebus estariam ali também? A missão deles seria para encontrar algo? Por um momento lembrou-se do que leu de relance sobre o tal Titanic e as poderosas famílias que lá estariam, pessoas ricas e de todo o tipo que com certeza poderiam estar envolvidos com alguma coisa divina. Foi então que um estalo o fez pensar se o navio não carregava algo muito valioso para ambos os lados, poderia ser um artefato antigo, uma arma. "O coração do Oceano".
Mas agora não poderia mais pensar nisso, as criaturas já estavam ali e precisavam fazer alguma coisa. Aproveitou a oportunidade como uma iniciativa para atrasar as mesmas. Apontou a mão em direção ao rosto das criaturas, sua boca iniciou uma série de murmúrios que começavam a gerar um campo mágico na palma da sua mão. Gestos foram feitos como se estivessem a desenhar algum tipo de símbolo no ar quando uma luz forte, branca, seguiu em direção aos olhos das criaturas que poderiam receber o feche de luz diretamente. Esperava retirar, ofuscar, a visão de pelo menos um deles naquela conjuração. Movimentou-se pelo campo para não ficar na mesma direção, afinal se realmente fossem ofuscados só lembrariam onde eles estavam, seria mais fácil uma futura esquiva desta forma.
Brilhe! — Fora a palavra de ativação utilizada pelo mesmo, o feche de luz poderia dar uma grande oportunidade para todos ou correrem, ou atacarem utilizando de ataques surpresas após a luz. Piscou para Kurai esperando alguma ação dela, então a luta começaria? Sabia apenas que não poderia deixar aquelas criaturas atacar os humanos, nem os semideuses. Era melhor achar uma distração do que esperar pelo ataque direto.
Vamos, ruiva oriental! — Deixou um tom irônico soar naquela frase, ela entenderia. Posicionou-se  com a mão estirada mais uma vez pronto para conjurar sua segunda magia magia. — Raio Ácido! — Dessa vez os movimentos mais pareciam uma agressão no ar, como se puxasse partículas ha umidade para criar o que estava por vir. Um brilho verde e ectoplasmático começou a se condensar em seu dedo quando um raio pegajoso, com textura pairou pelo ar em direção a um dos Telquines, de preferencia aquele que possivelmente estivesse cego. Desta forma a ofuscação daria vantagens para que Vince viesse a acertar o alvo, mas nunca se sabe, não é?
Abriu o Grimório que estava em sua mão preparando algo para o futuro, iria esperar as ações do inimigo para que assim viesse a usar de algum tipo de defesa. Alerta, atento, tudo poderia acontecer agora.


Easter Eggs:
1 ~Iceberg; 2 ~ Joia famosa da Rose que possívelmente seja o que todos estão a procura: O coração do oceano.

Magias utilizadas: (2 magias de nível 1)
Magias:
Brilho: Ofusca um oponente (-1 nas jogadas de ataque)
Raio de Ácido: Lança um projétil feito de ácido no alvo em questão causando 2 pontos de dano por corrosão por nível de player. Elemental (água) [ácido]. Verbal e Gestual. Ataque Parcial. 7 metros em linha reta. 1 projétil de ácido Instantâneo. Nenhum




Interangindo: fulano ∙  Palavras: xx palavras
Tags: Death;  ∙  Notas:

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Re: [Evento - Trama] — RMS Titanic

Mensagem por Renly Louisenbairn em Ter Set 10, 2013 8:57 pm






O que você faz quando



Ninguém te vê fazendo, ou o que você iria fazer se ninguém pudesse ter, hun?




Eu vou te perguntar, de novo, quem que é o errado no mundo dos espertos? Com este sorriso nos meus lábios, bem, acho que é fácil você saber quem é o esperto desta situação, pois é, vou te roubei! AHAHAHAHAHAHA! ── E quanto eu ganhei nessa brincadeira aqui? ── Me perguntei enquanto puxava colares, joias, relógios e outros objetos que poderiam ser vendidos por bastante dinheiro lá fora, em terra firme. ── Eu vou ficar rico! Rico! AHAHAHAHA! ── É, sei que estava parecendo um maluco rindo dos meus furtos sozinhos lá no final do navio mas, quem não fica feliz quando o que você planeja dá certo, hum? Estava voltando para o convés quando tudo simplesmente balançou e a gritaria começou. Joias ocultadas graças a minha habilidade de prestidigitação então, bom, ninguém veria o que eu tenho escondido nos bolsos, nas roupas, nada. E com a gritaria veio a massa de pessoas querendo saber o que houve, veio a sirene, veio tudo. ── Guardas! ── Gritei antes de sair correndo e me meter no primeiro quarto que vi para não ser pego pelos homens, certo, era o quarto de um casal de idosos e eu, com toda essa experiência em lábias, meti um caô super tranquilo e fácil de se entender para eles a ponto de não ser perturbado pelos poucos segundos que fiquei ali.

Foi eu botar o pé pra fora e o que me acontece? A porra de um escudo me acertando no rosto e me fazendo cair para dentro do quarto quase nocauteado, Deus! Que dor! ── Alguém anotou de onde veio? ── Perguntei com a voz arrastada enquanto me levantava, saia um pouco de sangue da boca mas isso logo parou e me apressei em chegar no meu agressor que estava alguns corredores na frente com uma espada e um escudo. ── Pô largando isso ai, já! ── Ordenei para que o rapaz se livrasse das armas e sorri enquanto se aproximava dele, mesmo que ele pensasse em me atacar eu já estava com as garras da katar em seu pescoço, era só um movimento e ele ia embora antes que erguesse a espada. ── Que faz aqui? ── Perguntei, talvez tivesse visto ele esses dias atrás na parte pobre do barco mas não lembrava seu nome mas esse porte alto e cabeludo ai era reconhecível em qualquer ponto... Ou não. ── Tá ficando louco? O que diabos tem de tão importante lá embaixo pra você buscar? O navio bateu em um iceberg, essa porra tá ficando condenada, caralho! Vem, vamos embora daqui antes que isso piore, bora. ── Falei antes de tentar empurrar o maluco para o começo do corredor só que... Duas coisas. A primeira, eu não sou tão forte assim e a segunda, ele não se movia. Seria bem complicado resgatar alguém assim, viu?



POST: #O1;
WHERE: O magnífico RMS Titanic;
WHEN: 12 de abril de 1912


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LISTEN: Quatro vezes você, Capital Inicial;


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Re: [Evento - Trama] — RMS Titanic

Mensagem por Ananielle Onoda em Ter Set 10, 2013 10:41 pm



Être simple est grand.


Estava muito frio, mesmo escondida dentro daquela cabine da terceira classe. Tinha conseguido entrar ali por milagre.
Ananielle estava fugindo desde que o sol raiou. Por conta de suas atrocidades em impedir que os "grandes" destruíssem a mata perto de onde vivia. Ela era conhecida por interferir nesse tipo de causa, mas naquele dia tentaram captura-la, pois já alegavam que ela era louca. Quem mais enfatizava isso era sua madrasta, com quem ela nunca se deu bem.
Ana não sabia o motivo que a motivava estar sempre envolvida nas causas em defesa a natureza, só sentia que deveria estar ali e fazer o que era certo. Mas o dia de hoje não foi glorioso a ela. Guardas bateram a sua porta. Descobriram onde ela morava. Ana acordou com o barulho e a primeira coisa que pensou foi em pular a janela e correr. Ela tinha causado muitos prejuízos e sabiam que ela era esperta em fugir, por conta disso, vários guardas se juntaram em sua caçada.
Por ser menor que eles e mais leve. Ela corria como uma gazela fugindo de dezenas de leões. A solução que encontrou era de ir a um lugar movimentado e o mais próximo era o porto. Chegando lá entrou no barco mais próximo do cais. Escondeu dentro de um bote salva vidas. Ficou ali por um tempo, até dar um sobressalto com o ronco do motor. Onde estava indo?
O barco estava levando vários caixotes. Ao passar alguns minutos, ela tomou coragem em espiar o lado de fora. Seus olhos arregalaram ao ver um enorme navio a sua frente. Era o maior que tinha visto na sua vida. Ela tinha que dar um jeito de sair, pois logo a encontrariam escondida ali.
O barco navegou do lado daquele monstro, transferindo as caixas e numa pequena distração dos marinheiros, ela correu pra dentro do estomago do monstro. Correu. Eram tantos corredores. Parecia um labirinto ali dentro. Escondeu na primeira porta aberta que viu.
Foi assim que Ananielle se tornou clandestina naquele navio. Roubava para comer e dormia em qualquer lugar que a coubesse. Não sabia pra onde estava indo.

A noite estava congelante. Roubou um casaco enorme de terceira mão. Estava bastante surrado. Queria explorar aquele lugar. Não tinha muito o que fazer.
Subiu até o convés. Ficou maravilhada com a beleza daquele lugar. Arriscou dar uma espiada no oceano logo a baixo. Estava muito escuro. Seu nariz ardia por conta do frio.
Ana assustou com alguém correndo. Pensou que poderia ser um guarda atrás dela, mas logo viu uma mulher de branco. Parecia uma louca.
Seus olhos sobressaltaram com o que estava vendo. Um iceberg surgindo ali, na sua frente, feito pela mulher de branco. Então ela sumiu em uma névoa. Ana ficou petrificada. Estava ELA ficando louca?
Ouviu os alarmes soarem e uma correria tomar conta do navio. Ela se segurou na grade de proteção assim que sentiu um impacto. Estava desnorteada, confusa. "O que está acontecendo?"
Ana pegou um dos coletes e vestiu. Seu coração estava acelerado. Outro choque veio ao avistar uma criatura fora do normal. Estavam armados. Será que todos estavam vendo o mesmo que ela?
Foi então que notou que uns jovens lutavam contra aqueles monstros e foi ai que notou algo em suas cabeças. Símbolos. "Eles estavam ali todo o tempo?" Mas não era todos que tinham aquelas coisas estranhas em suas cabeças. Dava pra contar nos dedos. Foi ai que notou algo com sua visão periférica. Seu reflexo no vidro. Viu que também tinha um na cabeça e era diferente dos outros. Reparando melhor. O da maioria era diferente. O desespero tomou conta de si. Não bastava o panico das pessoas pelo navio estar afundando, mas o fato de achar que estava ficando louca. Lagrimas escorreram violentamente de seus olhos.
- O que esta acontecendo aqui!!!! - Gritou ela em panico em um grito abafado. Tinha muito barulho naquele lugar. Muitos gritos e barulhos de metais colidindo com outros metais.
Ana estava encolhida no canto protegendo os ouvidos e chorando de desespero. Onde estava ela não corria o risco de ser pisoteada.



Είναι απλός είναι μεγάλο.
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Re: [Evento - Trama] — RMS Titanic

Mensagem por Raven Azarath em Qua Set 11, 2013 12:02 am






said the raven
nevermore
Raven murmurava sozinha, baixinho, como se fosse doida. Estava nervosa, completamente irritada, porque naquele lugar havia muita coisa que ela não entendia. E se havia algo que não suportava era não saber. Não saber o que fazer, principalmente. A viagem parecia inacabável, e vez ou outra, ela havia se arrependido de ter saído da Romênia, de ter fugido de tudo. Escutava as vozes em sua cabeça outra vez, e fechou os olhos com força por um átimo de segundo, para afastá-las, e conseguiu. "Paz" outra vez, então. Esperou que anoitecesse bastante, para poder zanzar pelo navio sem ser muito notada. Afinal, não era todo dia que se cruzava com um ser completamente encapuzado, não é? Mas, se considerar o fato de que havia muito mais gente bizarra por ali, talvez ela fosse o de menos. Caminhou pela surdina, escondendo-se em cantos sempre que pensava escutar alguém por perto. A capa, forrada com pele no interior, provia-lhe calor, o que evitava que sentisse frio. Mas nem mesmo sua roupa de couro negro conseguiu segurar o frio repentino que sentia, cada vez que se aproximava mais da saída para o convés. Sentiu o hálito congelar no ar, e as mãos arderam com o vento gelado, quando ela abriu uma das portas, esgueirando-se para fora. Chegou a tremer um pouco, pelo choque térmico, mas não era nada demais. Já havia passado mais frio de onde vinha. - Blestem... - Amaldiçoou baixo, em romeno, quando sentiu o barco chacoalhar com certa violência, num tranco repentino, segurando-se na porta de metal. Mesmo com as luvas, sentia a maçaneta fria demais, muito mais que o normal. Escutou gritos, certa confusão, gente falando alto e uma risadaria vindo do andar de baixo. Provavelmente de turistas que achavam ser uma brincadeira do baile que rolava na área de gala. Mas Raven tinha um extremo mau pressentimento quanto tudo aquilo. E quando tinha um mau pressentimento, era sempre por um bom motivo. Avançou pela lateral do convés, até quase a ponta do navio, e dali de onde estava, podia ver bem: Uma certa reunião de gente estranha outra vez tomando o lugar. Virou as costas, cansada daquilo, quando um guarda passou correndo por ela e jogou-lhe um salva-vida, perturbado demais para notar o quanto ela era estranha. Será que ninguém naquele navio era só normal? Bem, não podia falar muito sobre isso, não é? Ela também não era um grande exemplo. Desceu as escadas outra vez, cansada da situação, numa velocidade mais rápida. Estava decidida: tentaria roubar um bote e voltar para a Romênia. Foi quando chegou ao compartimento de carga que o navio chacoalhou uma nova vez, e os gritos no andar de cima aumentaram. Raven olhou para os lados, alarmada, e não viu nada além da escuridão. Amaldiçoou baixo e tateou o escuro em busca de seus livros. Algo pareceu iluminar um pouco o ambiente, e a menina estranhou. Olhou para cima, e logo no topo de sua cabeça, suspenso no ar, estava um símbolo iridescente. Raven o estranhou, reconhecendo nele o círculo de três hastes, a estrela central de Hécate. Aquilo ia ficando cada vez mais bizarro, mas ela não teve muito tempo de digerir a situação. Um som bruto e alto ecoou atrás de si, e foi por pouco que ela desviou de uma lança! Soltou um grito baixo, se jogando pro lado e batendo as costas numa caixa (abrindo-a sem querer), e o capuz caiu para trás, revelando seu rosto e o seu olhar cintilante, de felino. Aquilo que havia atacado-a e errado agora puxava a lança infincada num caixote com força, e foi só por alguns segundo que Raven pôde saber o que era: Tinha a aparência de um monstro! Uma espécie de demônio humanóide, o rosto de ser marinho, lembrando uma foca. Urrava baixo, ameaçadoramente, puxando a arma da madeira. Raven apoiou-se rápido na caixa que havia batido, e a mão escorregou para dentro, escutando o tintilar de metal. Olhou ali dentro e notou inúmeros tipos de... ARMAS? QUE DROGA DE NAVIO ERA AQUELE?! Bom, não era hora pra questionar isso. Na pressa, agarrou as primeiras coisas que conseguiu com as mãos, ao mesmo tempo em que o demônio conseguiu retirar a lança que estava presa na caixa. Raven só correu, correu, correu e correu o mais rápido que pôde (o que era bastante, considerando que vivia correndo e se virando nas florestas da Romênia). Bateu numa parede ao derrapar na corrida, mas não ligou, só continuou, subindo as escadas. Empurrou a porta do convés, escutando que o demônio estava alguns metros atrás dela, correndo também, perseguindo-a. Foi só quando sentiu o ar frio da noite outra vez, no convés, que notou as inúmeras outras criaturas parecidas. Em pânico, nem teve tempo de notar o símbolo em cima das cabeças de todos, não era hora para análises! Só então olhou para o que tinha nas mãos, pego às pressas na caixa: Um arco e uma aljava de flechas de ponta e rabo negro. "MERDA!"  gritou mentalmente, e se afastou o máximo que conseguiu da porta, achando uma escada em que levava para cima do observatório do convés. Subiu-a logo, e quase foi abaixo quando a criatura a alcançou, tentando agarrá-la pelos pés. Ela chutou o mais forte que conseguiu, sentindo o impacto e escutando o grunhido, mas não parou pra ver se tinha acertado. Estava sem tempo para nada daquilo. Uma vez em cima do observatório, ela abaixou-se. Recolocou o capuz e esperou, o arco em riste. Quando a criatura subiu a escada, retesou o arco e mirou, sentindo a madeira estalar de manso. Foi um único tiro para derrubá-lo, exatamente no meio de seus olhos. O bicho pareceu gritar e cair para trás, mas Raven não sentiu-se segura. Bastava olhar para baixo dali, para o convés, para saber: os demônios de sua infância haviam dominado o navio, outros tão estranhos quanto ela tentavam impedi-los. Ela tinha um arco, tinha uma boa mira (graças às caças de inverno na Romênia, o único jantar que tinha durante meses), e assim, uma escolha... Em quem atirar agora?

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Re: [Evento - Trama] — RMS Titanic

Mensagem por Leonard Bass em Qua Set 11, 2013 2:18 am


Beber era algo que não era problema algum para Leonard, havia visto Amy por aqueles dias, mas considerando que poderiam ser encontrados por outros campistas fugitivos ou por qualquer um que reconhecesse que eram clandestinos. Naquela noite, ele simplesmente resolveu competir um pouco, bebia monstruosamente no convés inferior com os bêbados da classe baixa e já estava a ganhar algumas coisas, ganhara uma cabine, um sobretudo que estava melhor que o seu, alguns trocados e uma briga por conta das mulheres que estavam impressionadas com seus feitos, mas logo foi resolvida quando o rapaz desistiu da disputa seguinte e se fez de bêbado demais para continuar. Resolveu subir ao convés para tomar algum ar e o bom vinho de El Tigre, já estava farto do sabor aguado da cerveja preta barata servida ali. Em suas mãos trazia a moringa, e a aproveitava para beber enquanto subia, e também derramar um pouco com o solavanco forte que o navio dava, alguma coisa não estava certa, porem a tripulação que cuidasse daquilo.
A porta para o convés estava aberta, e ao que Leonard passou por ela, um humanoide estranho grunhiu e correu em sua direção, mas o rapaz apenas cambaleou para o lado, já com os olhos entreabertos pela bebida  e deixou seu pé para fazer o outro rolar para o outro convés. — Da parte de quem? – debochou e saiu rindo dali, tudo estava um caos no convés, alguns de seus conhecidos estavam a lutar contra mais das criaturas estranhas e outros que ele desconhecia também, tropeçou alguns passos para frente fazendo o breve cambalear de ir e voltar com certo cuidado para não cair da embarcação, quando veio a segunda criatura, Leo tampou a moringa e a girou rapidamente na altura da cabeça da criatura, não sabia se acertaria ou não, mas não importava, seu golpe principal era a rasteira na perna esquerda do telquine e então o empurrão direto para jogar a criatura no mar. — FAZEM UMAA FESTA ASSIM AQUI EM CIMA E NEM ME CONVIDAM? QUE PAPAGAIADA! – disse franzindo o cenho e então disparando e fazendo um “S” e golpeando sobre a cabeça de mais um dos telquines para o atordoar e então um chute forte que empurrou o monstro e derrubou este e mais dois no mar, esses no mínimo estariam no mínimo bem distantes.
Pode ver então um rosto conhecido, a garota estava agora brandindo uma foice, o que fez ele lembrar-se que era filha do deus do submundo, um tanto irônico para o rapaz que apenas bebeu e gritou para ela. — Hey, Nerisa... Sua vez de ficar com a esquerda... – e então cambaleou para golpear e afastar um telquine, porem pela esquerda mais uma vez. — A out.. Ah, você sabe a história... – riu-se.
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Re: [Evento - Trama] — RMS Titanic

Mensagem por Kurai Hikari em Qua Set 11, 2013 3:14 am


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INTERAGINDO COM Telquines malvadões | HUMOR Animada | NOTAS DO AUTOR  

E
ra uma bela noite para apreciar uma viagem num luxuoso cruzeiro, mas naquela altura da situação já etava um tanto quanto óbvio que quando havia um semideus envolvido, as coisas não seriam normais. O que dirá então naquele estranho navio onde simplesmente o acampamento inteiro decidira que deveria fazer parte da missão?

A dupla recém formada estava ali só a algumas horas, a primeira vista sondando somente o convés, procurando por qualquer coisa. E não tiveram que esperar muito,Kurai só avistara um vulto branco e em seguida um grandioso iceberg simplesmente aparecera. Antes que pudesse esboçar qualquer reação Vincent a puxara fazendo com que por pouco não fossem acertados, acenou com a cabeça em sinal de agradecimento. Isso era mais do que um sinal para se manterem em alerta dessa forma seguiu os passos do rapaz fazendo com que ficassem mais perto dos outros campistas.

Enquanto escutava as palavras ditas pelo Sátiro a garota retirava do estojo em seu ombro seu presente precioso, sua já querida arma Retalhadora. A menção do nome Sombras de Erebus fez com que sua expressão se tornasse ironicamente sombria, saíra ilesa de seu último encontro com eles, entretanto não poderia dizer de seus companheiros de time, Não deixaria sobre hipótese alguma que isso acontecesse. E foi exatamente por isso que quando o céu pareceu se iluminar com os símbolos dos deuses que sua atenção redobrou. Isso significava que haviam novatos no Navio, já protegeria a todos mesmo que fossem apenas humanos, ao menos com isso saberia para onde o ataque dos monstros seriam direcionados. Afinal esses seres adoravam uma presa fácil.

Pensou por um instante se deveria emprestar sua segunda arma para seu companheiro de time, mesmo sabendo que ela não era exatamente eficiente, quando ouviu um grito de sua parte e rajadas de luz foram vistas. Não pode deixar de sorrir, então ele tinha seus próprios truques. Sentia que essa parceria seria terrivelmente promissora.

── Me daria a honra dessa dança? ── virou para Vincent somente o instante necessário para responder ao seu chamado, nesse momento o rapaz poderia notar como sua expressão mudara, era determinada e o sorriso que carregava parecia ser um indicio de que estava ansiosa para a batalha que viria.

Ao seu lado milhares de pequenos duelos explodiam, cada semideus adotando a estratégia que achasse mais eficiente. Com sua visão periférica fazia com que notasse até mesmo alguns rostos que vira no acampamento e seus gritos, mas no momento sua atenção deveria estar voltada apenas para seu próprio combate e o que sua dupla estava fazendo.

Aproveitando a oportunidade que ele criara partiu na direção de um dos Telquines que fora atingido pelo brilho e no momento estava ainda tonto e cego. A Retalhadora desceu firme e com precisão no que seria a calda do Telquine, onde não havia armadura que o estivesse protegendo. Não fora exatamente algo agradável, o monstro urrou e deu estocadas a esmo com sua lança. Mas Kurai já tinha se afastado e se movimentava com a rapidez que os filhos de Athena poderiam ter. Esperou até que o monstro enfurecido lhe viesse desferir um golpe direto da lança, deixou até que estivesse bem perto e se abaixou no último segundo passando a espada num longo movimento lateral e agora cortando da esquerda para a direita toda sua parte inferior.

Pó brilhante caiu sobre si, criando um estranho contraste com seu kimono negro como a noite. Não teve muito tempo para pensar nisso quando outro Telquine decidira avançar, entretanto acabou cometendo um erro de cálculo ao imaginar que Kurai não estaria atenta a sua aproximação. Assim ela conseguira desviar-se por meros centímetros da lança se deslocando para a direita, mas conseguira fazer com que sua espada causasse um rasgo na armadura do monstro.

Pulou rapidamente para trás agora que o Telquine estava um tanto acuado, parecia estar repensando de deveria realmente atacá-la. Ao passo que Kurai se aproximou novamente de Vincent indo alguns passos para trás, atenta caso o rapaz precisasse de sua ajuda.

── Acho que estou ganhando... ──  disse para Vince agora que conseguiram uma pequena folga, brincava com aquilo mas seu espírito competitivo e de guerreira começava a transparecer cada vez mais a medida que a batalha parecia se estender.




Poderes Utilizados:


Nível 1 - “Esquiva”:
A prole de Athena tem facilidade se mover em batalha, de forma que as tentativas de ataque diretas sofrem um redutor de 10% nas chances de acerto. [SP: 10/turno]

Nível 2 – “Conhecimento I”:
Tais crianças costumam ler continuamente apenas por prazer, o que dá aos mesmos o conhecimento melhor sobre acontecimentos históricos e seus personagens. Também reconhecem localidades.

nível 2 - “Afinidade Bélica”:
A prole de Athena tem facilidade em manusear armas, de forma que não necessitam de longos treinamentos para aprender a usar perfeitamente uma arma que não conhecem. Caso esteja em batalha, deverá postar cinco turnos usando a arma para obter o controle sobre a mesma.

Nível 3 – “Poder Bélico: Armas Cortantes”:
Os filhos de Athena tem facilidade em se familiarizar com armas rapidamente, porém nesse nível as armas cortantes em suas mãos causarão 10 pontos de dano a mais.

Nível 4 – “Estrategista II”:
O nível de tal habilidade está mais apurado, podendo até mesmo antever alguns acontecimentos por meio da dedução e organizar melhor uma estratégia solida.

Nível 5 – “Progressão Estratégica I”:
Capacidade de observar a movimentação do oponente sem perder o foco da luta e esquivar-se mais facilmente dos golpes lançados. Essa habilidade lhe dá bonificação de 5% de chance em esquiva. [SP: 40]
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Re: [Evento - Trama] — RMS Titanic

Mensagem por Pandora A. Kore em Qua Set 11, 2013 3:29 am


MY IRON HEART
the forge is like my body, the fire is my soul, the iron is my heart. no matter what, you will always know... as long as the fire burns, there lives my soul. as long as the forge is beating, there i will be. As long as the iron resists, there i should live.

Cara, sabe o que é foda? Foda é você passar tanto tempo na sala das caldeiras, que ficou quase preta de carvão e fuligem. Foda são os guardas do navio passando por você achando que você é parte da mecânica do navio, de tanta graxa que tem debaixo das unhas. Mas foda mesmo é conseguir se segurar de curiosidade pra mexer mais 300 vezes em tudo aquilo. Para uma criança de Hefesto, aquilo era como o Natal. Um grande e gordo natal, feito de aço e vapor. Pandora tinha esquecido da vida, fuçando em todo canto da ferraria do lugar, fazendo amizade com os funcionários das caldeiras (e até conseguiu um passeio secreto pela cabine do comandante, pra analisar os sistemas hidráulicos de comando). Quando rolou o tremor, Pandora estava fazendo arte, é claro. Tentava reproduzir o sistema de vapor para uma caldeira menor, montada com lataria de sobra, e foi justamente quando colocou o carvão e acendeu, pra ver se funcionava, que a porra toda tremeu. Ela se segurou, surpresa. — Caraaaaaaca, estourei o barco? — Se perguntou, atordoada, e os funcionários ao redor pareciam alarmados. Ela se levantou, limpou a sujeira das mãos, e escutou a correria lá fora. Guardas entraram, distribuindo coletes salva vidas à todos (menos pra ela, que se escondeu, já que estava lá de clandestina), e avisando que tinham batido num iceberg. E se foram, pra ajudar os passageiros. Ela se levantou, e saiu de mansinho, curiosa pelo que tava rolando. Estava numa boa andando pelos corredores (como é que alguém anda de boa depois de saber que o navio bateu num iceberg?), e no segundo tremor, acabou escorregando e caindo dentro do compartimento de carga. Rolou que nem bosta, se agarrando numas caixas. Ali embaixo, no chão, viu uma pilha de caixas estremecer e ameaçar cair em cima dela. Ela congelou, arregalou os olhos. - AI MEU PAI, AJUDA AQUI! - Falou no calor do momento, lembrando que era o que a mãe falava no aperto. Mas não funfou. A caixa virou, derrubando armas. Pandora levou as mãos ao rosto e pensou que era sua hora de empacotar. Quando abriu os olhos, havia uma espada espetada no chão do lado de seu rosto, alguns arcos e flechas jogados pelo chão, e um escudo perto da porta. - Porra pai, isso lá é hora de testar minha fé? - Falou sozinha, sabendo que se Hefesto a escutasse, estaria rindo da cara dela. Tirou a espada do chão, sentindo seu peso, gostando da arma, sabendo mais ou menos manejar. Não era lá uma lady, afinal, né? E foi pegar o escudo do chão. Um segundo antes de levantar ele pra prender no braço, um puta pé pisou com força no aço. - Educação mandou aquele abraço... - Foi dizendo, e levantou o olhar. Ah, de boa. Só um bicho do demônio, com uma clava na mão, urrando pela cabeça dela numa badeja de prata. Quem nunca, né? Pandora berrou alto, pelo susto, e no reflexo, deu um chute com tudo no abdômen do bicho, antes dele tentar baixar a clava nela. Catou o escudo no braço e viu o bicho de relance com a clava no alto. - Ai, fodeu... - Disse baixinho, e rolou pro lado, o que deu certo, se esquivando do demônio. Esperou o bicho vir atrás dela, e levantou o escudo, sentindo a porrada da clava no metal. O braço doeu, mas beleza, antes um hematoma que um traumatismo craniano. Pandora verteu a espada na diagonal, e arrancou um belo teco da perna do bicho, escutando ele gritar de dor. - Vamos nessa, machão. - Provocou, levantando, com o escudo na lateral, prevendo a porrada que a clava daria (e deu mesmo), naquela direção do seu corpo. Deu uma estocada com o escudo no ombro do bicho, quebrando sua clavícula, e enquanto ele lamentava a dor, não deu mole não. Rapou a cabeça fora, num lance pesado de espada. Chutou a cabeça pra longe do corpo. - É gol! - Gritou, zombeteira, e sentiu um empurrão bruto nas costas, que a jogou pelo corredor agora, cambaleando e caindo de bunda no chão. - Aaaaaai! Falta! - Ainda gritava, se divertindo (loucamente) com a bizarrice. Afinal, que semi-deus nunca curtiu um aquecimento com Telquines? Empunhou o escudo e esperou o segundo impacto do golpe do martelo do bicho, que a empurrou agora para frente da escada, a dor no braço aumentando. - Certo, hora do intervalo, campeão. - E levantou rapidinho, se mandando dali pelos degraus acima. Empurrou a porta com o ombro, sentindo um frio do cacete. E viu que a porradaria parecia estar comendo solta. Lá estavam outros semi-deuses (era só ver o símbolo nas cabeças e deduzir, né). Pandora sorriu, respirando fundo, pegando fôlego. - Agora sim isso está justo. Agora temos o time inteiro partindo pro ataque. - Falou sozinha de novo, e levantou a espada, berrando alto e descendo o aço no primeiro bicho que viu. E o jogo ia ficando mais sério. Não. Ia ficando mais interessante.

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Re: [Evento - Trama] — RMS Titanic

Mensagem por Dean Armstrong em Qua Set 11, 2013 3:47 am




Sátiros...Tudo filho da puta! Como assim, porra? Num dia ele estava o protegendo dos perigos do "não-mundo", e no outro o fazia se esconder por dentre um navio enorme cheio de gente rica, pobre, fodida, tudo ao mesmo tempo. Mas o pior, um navio cheio de perigos. Onde estava aquele papo de: "não cara, você é o orgulho do seu pai, logo você será um herói de guerra do acampamento, tem tudo para sê-lo, sendo filho de quem é". Não, realmente...SÁTIRO PORRA, TA QUERENDO ME FODER?
A noite parecia o mais normal possível naquele local desagradável, deveria admitir que estava odiando estar fora de terra livre, as vezes chegava até mesmo a enjoar. Falta de costume, sim. Estava encostado em um dos parapeitos do navio deixando que seu corpo se acostumasse com o movimento daquela coisa enorme. Havia algum tempo que estava dentro do navio, assim como outras pessoas que também pareciam ser clandestinas. Ora, eram tatos quartos vazios na classe econômica, tantas pessoas que não necessitaria ser feita as contagens devidas para perceber qualquer intruso. Já não se importava muito com isso, já não lhe era mais válido e sim apenas o que estava por vir, o que estava a sua espera. Vestia apenas uma camiseta branca com suspensórios pretos que seguravam a calça marrom do exército enquanto as botas militares lhe acomodavam os pés. Um pequeno recipiente de whisky estava em sua mão, deu o primeiro gole sentindo as entranhas queimarem e o corpo esquentar, talvez fosse por isso que não estivesse a sentir frio. Era muito fácil encontrar coisas do tipo pelo navio quando marinheiros dormiam no mesmo corredor que o seu. Deixou seu corpo ir um pouco mais para frente, podia ouvir vozes a poucos metros de onde estava, muitas vozes. Era como se uma reunião de pessoas estivesse bem perto dele, deveria ser alguma festa que a "classe C" estivesse fazendo. Não se incomodou muito com aquilo continuando a tomar sua bebida quente até que o navio se chocou com tudo no iceberg. Porra, de onde havia vindo aquela desgraça gelada? Arqueou a sobrancelha quando mais um forte impacto fez a sua garrafa cair no mar e seus olhos se arregalaram enchendo-se de ódio.
Filho da pu... — Estava próximo a gritar quando o ar se tornou frio, muito mais que o normal. — Caralho, logo o whisky, logo o whisky? Poderia ser qualquer menino remelento, qualquer tiozão rico, mas logo meu whisky? Alguém vai ter que nadar! — Estava pronto para achar alguém para esbravejar. Foi então que saiu andando em passadas largas e bufando enquanto sem querer sua boca formava um bico.
Seus olhos faiscavam, mas logo percebeu que algo estranho estava acontecendo. A gritaria começou a se espalhar, o pânico, algo estava por vir. Correu o mais rápido que conseguiu até cruzar com a batalha logo ali próxima. Um rapaz de estatura baixa, porém forte, corpulento, parou  ao ver as criaturas e congelou, o que diabos era aquilo? Viu mais pessoas mais ou menos com a sua idade empunhando armas estranhas e lançando...Porra...É nada...Magia, caraio? O.o
Se assustou imediatamente até perceber que estava próximo de umas caixas, olhou para cima quando viu uma garota de capas segurando um arco pronta para disparar. — Ow, ow, que porra é essa, mulher? O que miséra tu ta fazendo aí, filha? — Não, não, ele sabia que se tratava de algum assunto daqueles divinos, mas porra. Foi então que sua presença fora percebida, obviamente um novo cheiro se espalhou pelo ar. Um dos Telquines vinha correndo na direção dele pronto para atacá-lo, percebeu a tempo de pegar uma das caixas que pareciam cheias com algo e com muita facilidade jogá-la em direção a figura. A caixa de madeira voou pelo ar a alguns poucos metros acertando a criatura que pendeu para trás. A mesma se esparramou pelo chão mostrando armas dos variados tipos que agora estavam espalhadas. Algumas caíram no mar, outras rolaram, e o Telquine tratou de se levantar. Foi o tempo suficiente para catar uma lança que estava no chão como um instinto e segurá-la de forma firme, pronto, exato, como se sempre estivesse a usar aquela arma em vidas passadas, ou não. Seu sangue ferveu naquele exato momento e o vento fora rasgado deixando um barulho ecoar. A lança pairou o mais rápido possível em direção ao Telquine que recebeu a mesma com tudo em seu peito pendendo para trás.
Dean adiantou-se pegando quando chutou mais uma das caixas logo ali próximas e um escudo surgiu ao meio daquilo tudo. Pegou o mesmo colocando-o em seu braço esquerdo. Foi o tempo de procurar algo que pudesse usar como ataque. Nada! Correu até o primeiro Telquine derrubado e fez esforço para retirar a lança da sua carne, foi quando o sangue escorreu e o rapaz se pôs em sentido observando aqueles que estavam mais a frente, algo dentro dele explodia, um desejo pela luta, um desejo pela guerra, como se sempre soubesse estar no meio dela, uma afinidade terrível que agora ele carregava no braço esquerdo e na mão direita. Armas, força, Ares!




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Re: [Evento - Trama] — RMS Titanic

Mensagem por Adamastor C. em Qua Set 11, 2013 9:44 am


Yeah you, you wreck me!

Não importava o local onde Adamastor se encontrava, o perigo e a morte sempre acompanhavam. Ou talvez isso fosse culpa de Nerissa, afinal, sendo filha de quem era.
Ele não estava nem um pouco sóbrio assim que subiu para o convés do navio e, bem, mal pode entender o que estava acontecendo. Sabia que logo sua visão e reflexos ficariam perfeitos mas, nesse meio tempo, estava tão enjoado que a única coisa que passava por sua mente era a imagem de seu tombo para fora do navio.
Havia seguido Nerissa e Xexire, ou seja lá como se escreve o nome complicado daquele garoto, já que a conversa nos porões havia ficado chata até para ele. Mas ele não esperava encontrar toda a confusão a ser narrada.
Ele pode ver, assim que pisou no último degrau, uma névoa no parapeito do navio e, logo em seguida, um alarme altíssimo começou a soar por todos os lados. Foi então que o iceberg apareceu em seu campo de vista, assim como as caras de taxo de seus conhecidos logo a frente.
Caralhooo.....
Xingou, enquanto rolava até quase a beira do convés devido ao choque com a grande massa de gelo.
Não precisava nem dizer, consigo sentir a maldade no ar.
Disse ao sátiro que caminhava, ou saltitava, por ali avisando dos perigos seguintes ao choque. Além de ter seus sentidos aumentados quando bêbado, Adamastor ficava mais sensitivo espiritualmente também. Talvez resultado de prática e de seus treinamentos, ou simplesmente devido as múltiplas personalidades que assumia quando embriagado.
Tá virando palhaçada já...
Rosnou, ao ser jogado para frente mais uma vez com um novo impacto do navio.
Valeu.
Agradeceu ao receber um salva-vidas de uma menina pequena, de aproximadamente dez anos. Esperava que ela não tivesse sentido seu futum de álcool.  Bem, na atual situação, ela nem iria dar muita atenção para isso. Afinal, quem liga para mal hálito quando uma tropa de homens-peixe armados estão subindo pelas bordas da embarcação?
Pode parando!
Disse a uma das criaturas que segurava um rapaz que, ao fitar sua testa, possuía uma marca do Deus Hermes. Movimentando uma de suas mãos na direção de um dos vasos decorativos do convés, já quebrado, ele usou sua habilidade de constrição e várias vinhas saltaram de lá para prender o inimigo antes que pudesse alcançar o rapaz.
Toma... essa!
Bradou, ao correr sinuosamente na direção do inimigo imobilizado com a pinha em mãos, atingindo-o em cheio com um golpe de baixo para cima em seu queixo. Com o impacto as vinhas desgrudaram da criatura e esta, devido a força do ataque, voou para fora da embarcação.
Está machucado?
Questionou ao garoto e este, meio  assustado, acenou com a cabeça em sinal negativo.
Pega isso aqui, agora corre para perto daquele sátiro ali.
Após entregar seu colete salva-vidas para o garoto ele correu na direção de uma das criaturas que estava prestes a atingir, com uma lança, a cabeça de Nerisa.
Abaixa!
Gritou e, com toda a sua força, desferiu um golpe na cabeça da criatura. Esta que caiu inconsciente logo em seguida.
Chega de namorico vocês dois, à batalha!


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“Constrição” - [MP 60]
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Re: [Evento - Trama] — RMS Titanic

Mensagem por Nolan C. Fontaine em Qua Set 11, 2013 11:31 am

devour my soul, dear mom



ㅤㅤSe havia algo que deixava Nolan “mau”, eram as viagens de barcos e navios. Sua infância fora repleta por passeios usando tais meios de transporte, que sempre acabavam deixando-o enjoado e com um humor não tão agradável. Era claro que ele preferia viajar em navios de primeira linha, mas a imensidão azul ainda o causava calafrios ── Você fica calado aqui dentro, que eu vou dar uma espiada lá fora. Ficar nessa sala junto de você está me deixando enjoado ── Ditou, franzindo o cenho para o jovem de madeixas loiras, aparentando ter quatorze ou quinze anos. Era um semideus que o desordeiro de Éris havia conseguido capturar horas atrás, com tamanha facilidade ── Espero que quando eu voltar, por algum milagre, descubra de quem você é filho ── Saiu do pequeno quarto, fechando a porta e indo em direção ao convés. Trajava um terno escuro que havia conseguido comprar antes de adentrar na embarcação, o florete que pedira para Éris estava preso a sua cintura junto do chicote enquanto perfuratriz ficava presa em suas costas. Ainda estava se acostumando com a nevoa que atingia os mortais, e se perguntava como que eles estariam vendo seu armamento. Vez ou outra conseguia ler os pensamentos alheios, o que era de extremo desagrado já que Nolan não conseguia ler aqueles que desejava e apenas “ouvia” desejos imundos e perversos ── Cretino ── Comentou ao ler os pensamentos de um guarda que pensara algo relativo a comer a garota do convés.

ㅤㅤA sensação térmica fez com que o corpo do semideus tremesse, e como instinto cruzou os braços na frente do torço como “proteção” ao frio daquela noite. Sua primeira visão fora da imensidão azul, que o causou certa agonia. Viu de relance um casal de jovens e tinha certeza que um dos rostos era familiar a ele, mas a noite não possibilitara uma visão mais exata. Sentiu como um balde de água fria passasse pelo seu corpo ── Que droga é... ── A mulher com vestes brancas passou do seu lado, como se estivesse em um transe e não enxergasse mais nada que apenas a si mesma. Ela dançava enquanto andava e parecia não se importar com o frio quase que insuportável. Mas o próximo movimento da estranha mulher causou arrepios em Nolan. Ela simplesmente expeliu o ar de seus pulmões na direção do horizonte e em menos de um segundo, uma massa gelada havia sido criada: Um iceberg. Antes que o semideus tivesse tempo de protestar a mulher das neves desapareceu em uma névoa ── Isso definitivamente não estava no combinado...

ㅤㅤSabia que aquele iceberg só poderia aparecer daquela forma pelas mãos de um deus. O pouco que ele sabia sobre a mitologia grega, graças a algumas sombras de Érebo que o ensinara algumas coisas, haviam três deuses que eram ligados ao gelo: Bóreas, Quione e a irmã de sua mãe, Despina. Se estivesse certo, a mulher que vira deveria ser Quione ou Despina, mas a filha de Bóreas não era o tipo de deusa - segundo as sombras de érebo - que se envolvia em tragédias ── Parece que tenho uma tia que assim como eu, adora o caos ── Proferiu.

ㅤㅤImaginou o que aconteceria no momento em que o navio se chocasse com o iceberg. Correu para dentro, empurrando todos em seu caminho para que pudesse voltar ao seu quarto antes que o pior acontecesse. Ouviu por um guarda algo sobre algum delinquente que havia sido preso ── Espero que não seja um desordeiro... ── Sussurrou enquanto descia as escadas em direção ao corredor. Não se importava muito com o destino da humanidade nas mãos de Érebo e Éris, mas sabia que ficar trancafiado em um quarto dentro de um navio prestes a afundar era crueldade demais. Esperava encontrar o semideus amarrado, mas quando abriu a porta apenas viu um quarto vazio e as cordas sobre o chão ── Maldito ── Vociferou, saindo às pressas pelo corredor. Sentiu o abalo que atingiu toda embarcação, que significava que o pior havia acontecido. Fora em direção ao grande salão de festas, olhando para todos os rostos a procura do menino de madeixas loiras. Um guarda se aproximou de Nolan ── Você precisa de algo semideus? ── Perguntou para o desordeiro de Éris que respondeu asperamente ── Não, eu não preciso de nada ── Deu o primeiro passo para que pudesse voltar ao convés, quando percebeu de fato a pergunta ── Você me chamou de semideus? ── Quando virou para poder olhar novamente o guarda, apenas viu a criatura horrenda. Antes que pudesse empunhar a perfuratriz, o telquine avançou munido de sua lança pronta para fazer espetinho de semideus. Como tentativa apressada de se salvar, se jogou para a lateral caindo sobre o chão e girando para se afastar do monstro. As pessoas em volta olharam aquilo como uma simples luta entre “humanos”.

ㅤㅤUm novo guarda apareceu com um sorriso medonho estampado em sua face ── O senhor esta causando problemas nesse navio. Venha comigo, por favor ── Ele podia ver que aquele era outro telquine. Lutar em lugar como aquele, repleto de mortais que assistiam curiosos, seria de extremo perigo. Levantou-se, olhando para alguns passageiros da classe econômica que passavam por ali e com rapidez e se direcionou a uma rica senhora que usava um colar de perolas ── Me perdoe por isso ── Agarrou o colar, o puxando do pescoço da senhora e o jogando em direção ao chão. As pérolas se soltaram uma das outras e rolaram sobre o tapete vermelho. Os passageiros mais pobres que olharam aquela cena, não tiveram outra reação a não ser correr em direção àquelas pedras para que pudessem pegar para si, o que fez com dezenas de homens e mulheres vestindo trajes simples se juntassem ao meio do salão, o que deu a Nolan a oportunidade de sair daquele salão sem ser atacado pelos telquines que teriam dificuldade de passar pela multidão.

ㅤㅤO convés estava um caos. Os telquines estavam todos munidos de lanças e arpões, atacando os jovens que eles sabiam ser semideuses. Quando o desordeiro sacou seu florete, percebeu os focos luminosos que nasciam de cima da cabeça de alguns jovens ── Isso não pode ser verdade ── Exclamou, quando notou que aquelas luzes se tratavam de símbolos. Os semideuses estavam sendo reclamados de uma só vez. E Nolan devia capturá-los para Érebo.


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Re: [Evento - Trama] — RMS Titanic

Mensagem por Cheshire M. em Qua Set 11, 2013 1:04 pm



Long live the King

Mas é claro que é! Como diabos isso não seria assim? ── Minha voz soava com surpresa, veja bem, acho que era a primeira vez que eu e Nerisa brigávamos por alguma coisa e, pra variar, essa coisa eram os pais. Para o pai dela, eu era a prova viva de uma traição e para minha mãe, ela era a prova viva então, natural que quando este assunto chegasse houvesse discordância de ambas partes. ── Lógico que ele tem que amar afinal, qual seria a necessidade então de sequestrar minha mãe para o submundo, hun? Não tem cabimento nisso. ── E então ela tentou explicar que ela não deveria trair a Hades e eu já estava com a resposta na ponta da língua quando ela se explicou e argumentou que Hades também fazia o mesmo por ela fazer greve de sexo. ── Se fosse assim, mais fácil deixarmos de existir por que ou ele ou ela vão trair do mesmo jeito. ── Soltei com certa agressividade na voz, era ridículo pensar em deixar de existir por que minha mãe deveria parar de trair Hades e também... Era péssimo pensar na vida do meu pai sem a presença da minha mãe mesmo que por poucos meses, dias, anos ao seu lado quando podia até ser impedida. A gota d'água para mim foi Nerisa chamando minha mãe de louca e eu já podia sentir aquele tremor subindo pela nuca mas não tive tempo, chance de falar nada pois foi me virar para ela que ouvimos passos e isso fez ambos virarem para a mulher de branco que dançava de maneira um tanto retardada no convés. ── O que deu nela? ── Perguntei a Nerisa em um sussurro, perdendo de imediato minha raiva com a garota e passando a me preocupar por que isso não me parecia bem, nada de bom acontece quando um semideus vê alguém fazendo coisas desse tipo e isso se concretizou quando a mulher soprou e DO NADA me surge um iceberg próximo ao navio e pior! Estávamos para bater nele! ── Caralho! ── Exclamei assustado até escutar Nerisa me dizer que ela era Despina, a irmã de mamãe e eu arregalei ainda mais os olhos. ── Mas que... ── Comecei e de repente chocamos no iceberg enquanto ela sumia em uma névoa e Nerisa a xingava com raiva, é, parece que nossa raiva de antes poderia ser descontada em conversas com outra pessoa. Ajudei-a a ficar de pé e logo notei mais pessoas no convés, notei o desespero tomando conta daquele navio e finalmente caía a ficha da merda que fizemos ao entrar ali. ── Que legal, que legal... ── Sussurrei irônico para meus pensamentos enquanto via Nerisa disparar para perto de um sátiro que reagrupou todos os semideuses, alguns novatos outros conhecidos como Adan, Adamastor e Leonard. ── Alguém tem um plano? Não? É, assim fode com tudo... ── Soltei antes de pegar um dos coletes salva-vidas e o vestir, talvez servisse como parte de cima de minha armadura... Ou não. Virei-me para o lado e comecei a ver os guardas se transformarem em Telquines e isso só piorava a porra da situação. Acho que não tivemos tempo para pensar, processar no que fazer por que primeiro teve a reclamação de semideuses novatos para logo em seguida ter aquela muvuca de pessoas correndo aqui e ali com batalhas entre semideuses e monstros lá e acolá. Ouvi Adamastor gritar para eu e Nerisa parar de namorico e dei uma risada baixa, mandei ele se foder sem falar verbalmente somente movimentando os lábios e saquei o sabre na cintura para disparar contra um dos telquines na minha frente.

Monstros humanoides com armaduras de couro, arpões e lanças, hun? Que fosse assim, que realmente fosse assim por que eu estava louco para explodir coisas e descontar um pouco de raiva em algo. O ataque da criatura foi direto, o arpão que ele usava contra mim veio em uma estocada e eu joguei o corpo para a esquerda enquanto a arma passava direto. ── Olé! ── Brinquei antes de botar a mão esquerda na arma e a forçar para baixo, fincar sua ponta no chão e desarmar o monstro. ── Qual a semelhança entre um corvo e a escrivaninha, amigão? ── Ele rosnou e grunhiu antes de partir para cima de mim, três cortes, dois para lhe arrancar os braços e por fim um para separar sua cabeça do pescoço mas sem não antes gritar. ── Cortem-lhe a cabeça! ── E o corte preciso o fez, boom, uma explosão de pó dourado antes fincar o sabre no solo e suspirar com vontade e um certo tédio. ── Precisamos de um plano! São muitos e, porra, não vai dar pra fugir daqui com tantos semideuses... Botes! Precisamos entrar nos botes! ── E foi terminar de exclamar isso para Nerisa e Leonard, os mais próximos, que sacudi as mãos e apertei mais a espada na madeira para ver aquela nuvem negra de borboletas envolver meu corpo graças a revoada. ── Um minuto é tudo que teremos. ── Falei antes de desviar do golpe de um telquine, puxar a adaga púrpura de mamãe e fincar em seu abdômen para vir rasgando seu corpo da cintura pra cima até o pescoço e novamente ser coberto por pó dourado. ── Porra, precisamos reunir os novatos. Tem quantos aqui conosco? ── Perguntei mas isso era mais uma pergunta mental que fiz em voz alta e me virei por um instante pra contar, até onde eu lembrava, seis novatos. ── Temos seis, acho. Ok! ── E uma nova interrompida na fala para uma luta breve com um telquine que foi desmaiado por outra pessoa, bom, que maravilha, não? Me joguei para perto de Nerisa e Leonard depois de puxar a arma da madeira e fazer aquela nuvem de borboletas negras atrapalhar a visão dos telquines para nos dar alguns segundos de vantagem. ── Vamos ter que ficar junto dos novatos, meio que escoltar eles pros botes e sair daqui, já. Leo, pega a guria chorosa ali no canto; Nerisa, preciso que fique perto de outros semideus ou, melhor, vamos tentar minimizar essa onda de criaturas e... Adamastor, porra! ── Gritei para o outro filho de Dionísio ouvir. ── Cola em um semideus novato e arrasta essas porras pro bote que nossa viagem já tá programada e atrasada até! Vamos! ── E assim fiquei junto dos outros dois, hora da verdade e testar mais uma vez minhas chances de sobrevivência.
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Re: [Evento - Trama] — RMS Titanic

Mensagem por Amy Adhara Black em Qua Set 11, 2013 6:04 pm


   


Hell's Butterfly.

Depois de ter se separado de Leonard, Amy viu-se sem saber o que fazer. Notou, incomodada, que nem ao menos sabia para onde ia aquele navio naquele momento – e que diabos, como estava odiando aquele maldito navio! – e nem o que faria depois. Não deviam, nunca, ter seguido aquele boato estúpido. Para uma cigana uma viagem, mesmo incerta, nunca é perdida. Para Amy, porém, restava o medo e a confusão. A ruiva arregalou os olhos ao perceber que, se pudesse, voltaria agora correndo para o acampamento – melhor seria então nunca ter saído de lá... Nas poucas horas de sono, ela pediu para a mãe protege-la, até notar que o que estava indo embora, era uma parte de si mesma. Amy, naturalmente, deu um jeito e conseguiu ficar escondida nas caldeiras, o único lugar que ela realmente achou confortável, apesar de ter de ficar se escondendo com ainda mais frequência. Pelo menos ali o calor a abraçava, e como nas forjas, ouvir o fogo crepitar a acalmava e fazia ela esquecer dos próprios medos. Em momento algum durante a viagem, a menina ousou ir até a primeira classe: além de ser mais difícil de se esconder lá, a vida de cigana a fazia lembrar que gente rica, geralmente, não vale a pena. Se bem que tem gente pobre ai que não vale o tostão que economiza – ou rouba – pra conseguir o almoço. Whatever, estava de mau humor, era impossível ter um pensamento mais otimista do que aquele.  Amy estava na área de alimentação da classe econômica quando um barulho chamou a sua atenção, mas parecia ter acontecido só com ela. Olhou para as pessoas ao redor, que comiam e conversavam, tranquilas: teria sido só uma impressão? Real ou não, nada mudava o fato de que estava com uma impressão ruim. Nos minutos seguintes, porem, um tremor e movimentação estranhas chamaram a atenção das pessoas e, aos poucos, grupos foram deixando a área de alimentação e foram para o convés ver o que estava acontecendo. Era impossível agora ignorar que algo estava acontecendo, então Amy levantou-se para ver também. Porém, um outro barulho estranho, que só a ruiva pareceu perceber, novamente, a fez parar no caminho e desviar-se: no lugar de ir ao convés, caminhou pelos corredores entre as cabines da classe econômica, procurando por algo entranho. Foi quando, correndo passou reto por uma porta onde algo que ela só viu de canto de olho a fez voltar: a porta da cabine estava aberta e tinha alguém procurando algo ali... OU melhor, tinha algo procurando alguma coisa ali. – Obrigada pelo presente. – Comentou a ruiva olhando rapidamente para cima, sorrindo zombeteira aos céus, antes de entrar na cabine. Fechou a porta e retirou Ignis que estava presa a sua coxa por baixo da saia, vendo o monstro – seja lá o que aquela coisa estranha fosse – erguer o arpão ao mesmo tempo que Amy lançava Ignis em direção a cabeça do bicho: rápido, ele desviou e Amy sabia que se ele pudesse sorrir, teria sorrido. Bem, ele não podia, mas ela podia, e foi o que fez enquanto fazia um sinal simples com a mão, como se chamasse algo. O monstro, vendo aquilo como uma provocação para que ele avançasse, preparou-se para lançar o arpão contra a ruiva, quando o som de algo duro sendo perfurado fez-se presente, antes do grito do monstro. Tendo usado a habilidade de Retornar, Amy viu Ignis cravada na cabeça do monstro que se contorceu, largando o arpão enquanto ela via a pedra âmbar brilhar e depois se apagar, queimando e agravando o ferimento. Antes que a fera levantasse a cabeça, Amy já a tinha cortado fora com St. Helena. – Hora de descobrir o que diabos está acontecendo neste inferno de navio. – Comentou a ruiva enquanto tirava Ignis do crânio caído no chão um segundo antes do mesmo virar poeira.
E não demorou muito – na verdade, não demorou nada – para que a confusão continuasse. Amy viu dois Telquines entrando no corredor do quarto que ela havia acabado de deixar e notou que eles estavam prontos para passar direto por ela, pois pareciam não te-la visto, e iam em direção a onde estavam as pessoas. Amy notou, assustada, que devia evitar isso: por ela ou pelos outros. Afinal, seria muito mais difícil lutar tendo de defender meia classe econômica. – HEY! AQUI! – Gritou, chamando a atenção dos monstros. Um novo solavanco no navio fez Amy tremer, mas ao mesmo tempo, a fez perceber que não devia tentar se mover para o convés: ela precisava lutar, e lutaria melhor se não visse o mar. O solavanco foi o que Amy precisava, pois tanto ela quanto os telquines se desequilibraram com o mesmo. Porém, a ruiva, ágil, recuperou-se antes de saiu correndo para o outro lado do corredor, que levava para o compartimento de carga. Amy percebeu, para sua alegria, que seu corpo pequeno estava mais ágil e ela se movia com maior destreza. Ou talvez não estivesse realmente mais ágil, e sim, com o treinamento da dança, estivesse tendo mais controle sobre ele, sobre seus movimentos. E isso, era mais do que útil. Tendo conseguido abrir certa distancia, ao chegar no compartimento de carga, a ruiva saltou sobre algumas caixas e se abaixou, escondendo-se. Não demorou muito para que ouvisse o som de carga sendo revirada, empurrada, os telquines procurando por ela. “Será que vou morrer hoje, nesse navio?” – Perguntou a ruiva para si mesma, depois de um novo som estranho vindo do convés, e gente começando a gritar. Amy sorriu de forma triste. - Bem, eu não tenho nada a perder. – A ruiva gritou quando saiu de trás de seu esconderijo e pulou sobre um telquine, agora com Dilacerante na mão. A ruiva conseguiu apoiar bem ambos os pés no chão em frente ao mostro, dobrando de leve os joelhos antes de tomar impulso na direção dele, girando o corpo com o braço esticado, vendo a lâmina de Dilacerante acertando a lateral do corpo do monstro segundo depois dele ter levantado o arpão. A fortificação adquirida nas forjas permitiu que o golpe atravessasse o corpo do telquine apesar de sua armadura. E quando Amy completou a volta que tinha começado com o golpe que o transpassou, ela se viu fechando o circulo novamente no mesmo ponto, agora descendo o machado sobre a cabeça do monstro: era prática, mas gostava de ter certeza de que tinha feito um bom trabalho. Amy virou o rosto para o lado a tempo de ver o segundo telquine, mas não conseguiu parar o arpão que ele tinha lançado em sua direção. Mesmo assim, nem um filete de sangue escorreu do corte superficial graças a sua armadura natural, e no segundo seguinte, Amy estava lançando o próprio arpão do primeiro telquine em direção ao segundo: se o golpe poderia ser efetivo sozinho ou não, ela não saberia, pois antes do arpão terminar de fazer seu curso ela já estava saltando sobre a caixa que separava-a do monstro e descendo Dilacerante na cabeça do segundo monstro. A ruiva passou pela nuvem de poeira que se formou e sentiu seus pés tocarem o chão novamente, enquanto ela se recuperava, com suas armas em mãos. Saiu do compartimento de cargas as pressas, notando que agora, por toda a área econômica, havia caos, confusão, bagunça. A ruiva bufou, escondendo as armas e empurrando-se em meio as pessoas desesperadas: Tinha que enfrentar seus medos e descobrir o que estava acontecendo,  tinha que ir ao convés.


Poderes:
Nível 3 – “Fortificação:”
A força física é maior que o normal, devido ao tempo passado nas forjas trabalhando com metais pesados.

Nível 4 – “Armadura Natural:”
A pele se torna bastante resistente, sendo mais difícil ser cortada ou machucada.

“Retornar:”
Quando o filho de Hefesto arremessar sua arma, ele poderá fazer a mesma retornar para as suas mãos, desde que estejam em seu campo de visão.
Armas:


  • St. Helena {Essa espada larga parece ter vontade própria, uma vez que no calor da batalha ela começa a aquecer-se até que se inflama em chamas avermelhadas, e assim vai até que o aquecimento torna as chamas azuladas. Se transforma em um bracelete quando não está em uso.
    ♦ Dilacerante {Machado de liga de aço e bronze celestial semi indestrutivel. Se torna um anel quando fora de uso.}
    ♣ Ignis {Adaga feita de prata sagrada, que quando atinge um usuário, uma vez durante a luta, queima a pele do mesmo. Seu cabo é revestido de material resistente e possui em seu centro uma esfera laranja. Após usada a habilidade especial, a pedra torna-se escura.}

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Re: [Evento - Trama] — RMS Titanic

Mensagem por Leonard Aycliffe em Qua Set 11, 2013 7:09 pm


Why are you making us feel...

 Maior Barco do mundo todo, ele estava parado na baia da Inglaterra e ele ainda iria para os Estados Unidos? Leo não podia perder essa oportunidade de realizar seu sonho de ir para a América, era o melhor e o único jeito de fazê-lo com a sua atual situação financeira, que era praticamente nula. Não foi muito difícil entrar no navio, foi até fácil de mais, já com pouca roupa e ainda carregando uma caixa para o deposito do barco, foi moleza para o menino entrar neste. Ele não sabia oque lhe esperava durante a viagem, talvez piratas, uma lula com bigode e sexualidade duvidosos, ou talvez vários dias e mais dias de enjoo, no final foi o enjoo, o garoto não estava acostumado ao vai e vem gerado pelas ondas e muito menos aos longos tempos de estadia no mar, sem falar nas temperaturas baixíssimas que azotavam o lugar, para sua sorte conseguira um trabalho nas caldeiras e não precisaria ganhar muita roupa, mas sentia falta do sol, o astro maior que sempre parecia lhe dar mais força e vida, mas que era muito difícil de sentir dentre as densas nuvens e tempo ruim desse filho da puta de navio extragrande.
Foi então que acontecera o grande trambolho, o fato que lhe iria mudar de uma vez por toda a sua vida. Primeiro foi um som grave e agudo do mal se retorcendo e depois de varias pessoas gritando “Mas que porra é essa” o garoto pensara, mas ao mesmo tempo não ligava muito o navio parecia ainda manter seu curso e o pessoal das caldeiras trabalhavam como se nada tivesse acontecido mesmo. Então se ouvira a voz do capitão “Batemos numa porra dum Iceborg” ou coisa parecida, a comunicação daquele navio era um porre, hora eles falavam “Alhumista os quarto”, mas na realidade era aumenta em um quarto a potencia, uhum...
No que eu estava? ...A sim, do nada um pessoal começara a surgir, e uma luz começara a brilha na minha cabeça, parecia um sol ou coisa do estilo. Desculpe não na minha cabeça, na do garoto, eu confundo primeira e terceira pessoa... Enfim! Com a chegada dos feiosos, algo devia ser feito e rápido, ele pensara um pouco, e lembrara-se de ter visto um carregamento diferente no compartimento de carga, talvez lá se ouça algo para ser usado contra estes diabos mais feios que bicho de cruz credo. Assim armando-se da sua coragem, e de um pedaço de pão que roubara sairá correndo em direção à parte de carga.
-Esse pão está mais duro que o queijo que comi ontem... Espero que esta viagem acabe logo.
... these things!?

Esse é meu post de número {00}. O tempo está {chuvoso}, e estou usando {isso}, estou falando com {alguém/sozinha}. Estou postando {lugar}. E agradeço a Lari ❥ por esse template.
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Re: [Evento - Trama] — RMS Titanic

Mensagem por Anastasia A. Schleswig em Qui Set 12, 2013 10:03 am


Will you fight for me?
What do you pray for..? Freedom.


Sua estadia naquele magnífico navio não poderia estar sendo melhor aproveitada. Sua mãe riria da forma como Anastasia estava se portando – pois ela nunca agia assim em casa. A garota encontrava-se no enorme salão de festas. Havia música ao vivo, uma mulher num exuberante vestido vermelho cantava músicas românticas, acompanhada por um piano de cauda. Ana tinha estava usando um lindo vestido de baile que encontrara em um aposento solitário – sim, ela o invadiu -, o que a fazia se disfarçar muito bem em uma ocasião como aquela. Era longo e preto, com alguns detalhes em veludo no busto. Não era muito confortável, mas ela devia confessar que as vezes sentia falta daquela vida de princesa. Queria tanto fugir e agora que tinha sua liberdade, queria voltar, pensou rindo.

Caminhou por mais alguns minutos pelo salão, parando ora ou outra para conversar com alguém que parecia interessante e amigável. A noite estava agradável, afinal, embora solitária. Onde estaria Aaron...?, se perguntava constantemente. Balançou a cabeça, querendo afastá-lo da mente. Tinha de ocupá-la com coisas melhores, tipo a noite linda que estava fazendo do lado de fora. Sorriu para si mesma, decidindo aproveitá-la. Largou a taça de vinho que estava segurando em uma mesa qualquer e seguiu para os portões de saída dali. Estava prestes a subir as escadas para o convés superior, tinha pisado no primeiro degrau, quando um solavanco no navio a fez ser jogada para traz. Xingando silenciosamente, ela se levantou, apoiando-se na parede e esticando o vestido. Esperou uns segundos por um outro solavanco, mas não precisou de mais confirmações para perceber que tinha um problema. Um grande problema.

Uma revoada de sons invadiu os seus ouvidos, gritos desesperados, sirenes tocando para quem quisesse ouvir, passos apressados. Parecia que tinha se passado uma hora naquele segundo em que ficou ali parada tentando absorver tudo aquilo. Piscou os olhos algumas vezes, voltando à realidade e se pôs a subir as escadas o mais rápido que pode, com os saltos e o vestido longo. – Sempre atrapalhando. – rugiu ela, ao chegar ao convés superior, tirando os sapatos e os jogando longe. Ergueu a cabeça, com os pés finalmente livres, e procurou entender a cena à sua frente, tentando ignorar o frio congelante que a atingiu. Havia um pedaço de gelo no oceano, e o navio parecia ter batido nele – o que a fez imaginar que ele não era um iceberg qualquer, mas um, no mínimo, gigante em sua parte oculta pelas águas. Um sátiro gritava com alguns dos semideuses que ela havia visto na ala inferior e outros que ela não conhecia, mas imaginou que fossem também colegas. A garota se juntou a eles e ouviu o final das instruções. Estavam seriamente enrascados, pensou, enquanto gritava para alguns novatos que eles deveriam ficar juntos.

Não teve, porém, muito tempo para pensar no que fazer, pois duas coisas chamaram sua atenção. A primeira delas foi um símbolo em cima de sua cabeça, mas não era um sinal qualquer, ela o reconhecia de algum livro que tinha lido no acampamento. Estava distraída encarando com horror as criaturas horrendas que apareceram, quando percebeu que, sobre a cabeça de cada um deles, havia um símbolo diferente - foi quando resolveu olhar para cima. Arregalou os olhos, mas logo foi distraída por algo muito mais importante naquele momento. Uma das criaturas esquisitas arremessara uma lança na direção dela. Por pouco não a acertou, mais por conta da sua agilidade superior que a fez se desviar com precisão. Pensou em usar um de seus poderes, mas não achou que água e raio seriam uma boa combinação, e acabou apelando para a lança que o próprio cara havia atirado nela, e que havia se fincado no chão. Puxou-a com força, olhando nervosamente para o ser que agora corria em sua direção, e quando conseguiu desprende-la do chão, apontou-a para ele, fazendo-o ser atingido na barriga. A criatura agonizou um pouco e caiu. Só por precaução, a garota empurrou um pouco mais fundo a lança, ainda arrancando dele um segundo suspiro. Gostaria de ter uma arma daquelas, pensou, virando-se para ver o nível da bagunça ao redor.



Última edição por Anastasia A. Schleswig em Dom Set 15, 2013 11:07 pm, editado 2 vez(es)
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Re: [Evento - Trama] — RMS Titanic

Mensagem por Alex Miller em Qui Set 12, 2013 11:27 am






Don't you trust me?

Aquela noite estava bastante agradável, principalmente de onde ele estava: o convés. O clima estava de congelar mas, felizmente, ele trajava um casaco com pele de urso. Presente de sua mãe, era o que costumava ganhar dela: roupas e mais roupas.
Ele observava o horizonte enquanto apreciava o frio, tomando uma xícara grande de café preto. Mal via a hora de chegar em casa, não conseguia ficar naquele navio por mais um dia sequer. Fora a maresia, ele não era muito chegado em locais com uma alta concentração de pessoas. Antissocial nato, desde nascença.
Porém, como toda tranquilidade absoluta, a sua teve um fim meio drástico. Ele sentiu um baque e viu, de canto do olho, um rapaz rolando convés à frente. Como estava escorado nas paredes, não sofreu desequilíbrio algum. A única coisa que lhe incomodou foi ver, de relance, o que parecia ser uma mulher sumindo na névoa.  Será que ele estava ficando louco?
Mas muita loucura ainda estava por vir, já que agora um iceberg gigantesco estava logo à frente do navio. Não demorou muito para o segundo impacto e, com isso, para que o desespero se espalhasse de vez. Várias pessoas correndo, algumas com marcas na testa, inclusive ele. Mas o que era aquele símbolo em sua testa?
Mais confuso do que ele estava era impossível de se ficar, sendo que pensou estar surtando quando viu algumas criaturas aquáticas subindo pela paredes do cruzeiro para dentro do mesmo. Elas estavam atacando os tripulantes, em especial os que tinham marcas nas testas. E ele era um desses.
Sai fora. - Disse, desferindo um soco diretamente na face de uma das criaturas que estavam lhe perseguindo. Devido a sua força no golpe a criatura caiu do convés para o alto mar e ele, rapidamente, correu para o interior do navio. Lá, após muita procura, encontrou uma espada curta no compartimento de cargas.
Sai fora moleque.
Disse, aplicando um chute na boca do estômago de outro marcado que bloqueou seu caminho, deixando-o inconsciente. Uma das criaturas o apanhou e, sem demoras, saltou para alto mar. O importante era que ele estava a salvo.
Foi então que um rapaz lhe puxou pelo braço, um cujos cabelos eram curtos e escuros (Nolan), dizendo que ele deveria acompanhá-lo para fora dali. Como ele não tinha intenção de ficar naquele circo, assentiu e começou a acompanhar o rapaz. Não poupou esforços em golpear qualquer criatura ou pessoa que trancasse seu caminho com a espada encontrada no interior do navio.


   
   
   


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Re: [Evento - Trama] — RMS Titanic

Mensagem por Adan Evans em Qui Set 12, 2013 1:34 pm



Here Comes a New Chalenger





As caldeiras eram um lugar realmente legal, muitas coisas a se ver, sistemas a entender e hostilidade da parte dos que tentaram pegar Adan, mas para ele fugir não foi grande coisa depois de acertar um ou outro com seu martelo, a correria durou pouco, mas então precisou encontrar um local para dormir e se estabelecer enquanto a viagem não terminava. Arrumou algum papel e algo para escrever, ou melhor, desenhar... Fazia todos os projetos possíveis com o que tinha visto, talvez pudesse usar algo quando voltasse ao acampamento, tudo ia bem quando ele tentava fazer uma mini réplica do motor a vapor em seus projetos, e um solavanco bastante forte levou-o a errar o desenho e rasgar o papel... O que diabos era forte o bastante para provocar tal coisa? Não demorou em nada para aparecerem tripulantes por toda a parte carregando salva-vidas e procurando por pessoas que estivessem a bordo, obviamente aquilo não era para a prole de Hefesto, que estava ali como clandestino, mas algo estava muito errado, isso ele sabia. Juntou suas coisas e enfiou rapidamente na mochila e levou os dedos a pegarem o poderoso martelo dado por Hefesto, essa era sua defesa naquele momento.

O convés superior estava um verdadeiro caos, e criaturas que Adan nunca tinha visto, mas com toda a certeza não eram amigáveis,  atacavam todo tipo de pessoas com seus arpões e lanças, e principalmente os que eram semideuses que o moreno vira vez ou outra. Não hesitou, brandiu seu martelo contra o primeiro que viu o atingindo nas costelas, o que fez o monstro urrar e virar-se para ele, mas não houve receio na parte do rapaz,  um golpe foi direcionado contra o joelho do monstro e o seguinte contra  o pescoço, que ambos estralaram antes do telquine ser transformado em pó, até aí ainda estava tudo muito bem, os outros campistas também estavam se dando bem em relação aos telquines, porem alguém não estava, Adan correu até uma garota que estava agachada escondida, certamente apavorada.
— Você está bem? Está ferida? – disse dando uma olhada um tanto quanto superficial para ela, mas logo começou a puxá-la dali. — Vamos, é melhor tirar você daqui antes que... ARGH!
Perfeito, um arpão atravessara o ombro do rapaz vindo Hefesto sabe de onde, Adan praguejou em grego antigo antes de retirar a haste com dificuldade, mas a prioridade agora era tirar a garota dali, sua fortificação ajudou a resistir a dor, mas ainda sangrava um pouco.







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Re: [Evento - Trama] — RMS Titanic

Mensagem por Oráculo em Qui Set 12, 2013 2:14 pm


...Os elevadores desceram até certo ponto, onde uma moça ruiva com vestido de festa e um dos serviçais do navio desciam receosamente. A água invadiu o elevador e assustou a ambos, mas a moça estava totalmente determinada, ela abriu as portas do invólucro e saiu para os corredores onde a água estava quase em sua cintura, o elevador retornou a subir com os dizeres do condutor: “Eu vou subir!”
Rose caminhou pela água gélida insistente gritando por Jack, cada vez mais para o fundo do navio, e a água subindo cada vez mais... Num certo ponto onde tal mulher chegou, ela pode ouvir pancadas do que pareciam ser correntes em um cano de metal, porem, da direita ou da esquerda?  Ela fez sua escolha, e foi pela direita, desviando da mobília que boiava em seu caminho.



A situação contra os Telquines ia bem, de certa forma para os campistas, mas agora o furdúncio começava a ficar fora de controle com todas as pessoas se dirigindo para os botes salva vidas e os serviçais dando preferência para os de classe mais alta, chegando a dar tiros em quem tentava avançar contra a vontade deles. Mas as coisas só estavam por ficar ainda piores, dois ou mais dos guardas e serviçais começaram a se deformar e sair da parte de trás da névoa, agora eram mais dez lestrigões que urravam e avançavam, mesmo que desarmados ainda eram bastante perigosos e em seus olhos havia apenas um objetivo. Carne de semideus. E enquanto isso, o navio apenas fazia afundar mais e mais gradativamente, as fornalhas foram fechadas com o intuito de tentar manter o navio flutuando, mas todo o esforço apenas fez com que mais operários morressem, várias e várias vidas estavam sendo perdidas.

Regras:
• Sem limite mínimo de palavras desde que cumpram o mínimo por RP (200 palavras)
• Ainda existem Easter Eggs a serem encontrados.
• Postarei na próxima rodada sem atrasos  - salvo as eventualidades que podem ocorrer. Então procurem fazer suas postagens dentro das 48 horas visadas ou não serei bonzinho com vocês ok? Ok!
• Boa sorte a todos, em caso de dúvidas me procurem, e sempre observem essas regras, pois poderei fazer alterações a qualquer momento.
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Re: [Evento - Trama] — RMS Titanic

Mensagem por Nerisa Fuhrmänn em Qui Set 12, 2013 3:19 pm


Princess ☠f Underworld!
Won't walk the Earth a specter, Won't hold my tongue from lashing out. This is my writ of honor. Drawn by the blood that I have shed The beasts will soon assemble Conjoining in their putrid flesh Their hearts don't beat desire, They pump violence and poison.FLESH OPENS UP, BLOOD'S RETREATING DEATH'S EMBRACING. - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -  

O barulho do navio se quebrando era no mínimo alarmante. Entre tilintares de espadas, armas e outras coisas, Nerisa conseguia ouvir alguns timbres reconhecíveis. Escutou a voz de Leonard próxima à si e rapidamente virou o rosto para o garoto, ainda empunhando a foice. O monstro que outrora havia agarrado-a estava desintegrado e resumido a pó, o que por si por si só era algo bom; ela abriu um sorriso malicioso quando ele dissera que ela deveria ficar com a “outra esquerda” e deu uma risada. ── Pode deixar, Leonard! ── E então, avançou contra mais um telquine. Estava cercada por dois deles e aquilo não foi problema nenhum: abaixou-se com rapidez, moveu a foice e cortou um pelo meio. O segundo teve o mesmo fim, com ela colocando a lâmina de prata na clavícula da criatura e puxando a foice para baixo, destruiu por completo o telquine, reduzindo-o a pó. Entretanto, Adamastor salvou-a de um dos telquines. O aviso veio, ela abaixou-se novamente e ele desferiu o golpe contra a cabeça do telquine. ── Obrigada. ──
ㅤㅤPor todo o convés o caos reinava. Nerisa auxiliava como podia os outros semideuses, destruindo aqui e ali algumas criaturas que surgiam. Dentre os gritos de pânico, escutava as ordens de Cheshire, os gritos de Adamastor e muita gritaria vinda dos semideuses que não deveriam nem mesmo ter a noção do que estava ocorrendo. Poucas pessoas paravam abismadas, se perguntando por que diabos uma penca de adolescentes estava tentando lutar naquele momento ao invés de correrem por suas vidas. Entretanto, Nerisa sabia que Cheshire estava certo e que precisariam de botes. De muitos botes. E esses botes estavam sendo rapidamente ocupados pela tripulação… E por pessoas que estava na classe alta. Deveria haver pessoas presas nos andares inferiores do navio, mas a filha de Hades não saberia dizer ao certo se haveria ou não algum semideus por ali. Mantinha-se longe da linha de fogo cruzado entre tiros e brigas entre os humanos normais, mas tentava manter-se consciente de tudo o que estava ocorrendo naquela maldita hora. Escondeu-se rapidamente, enquanto Nerisa parecia concentrar-se mais do que o normal. Em seguida, viu diante de si três esqueletos. Não possuíam armas mágicas, mas ela não se importou. - Protejam os semideuses que contém símbolos em sua cabeça! - Ordenou, já virando-se de costas. Os esqueletos vagavam pelo navio e protegiam semideuses que precisavam de ajuda e que estavam aterrorizados demais. Ao correr ainda mais pelo convés, Nerisa reprimiu um xingamento. Recuou alguns passos para trás e acabou segurando com mais firmeza ainda a foice em suas mãos. Eles avançavam contra ela, e Nerisa sentia o cheiro do mar invadir suas narinas a cada nova inspiração.
ㅤㅤEram gigantes, com seus dois metros e meio de altura. Ela sabia que eles não poupariam os semideuses, e os olhos da garota buscavam no corpo qualquer sinal de fraqueza. Tatuagens sobre os braços, dentes amarelados, pontudos e que estariam dispostos a matá-la e devorá-la sem qualquer medo. Carregavam as clavas de espinhos e bastaria um golpe daquilo para ela morrer, sabia disso. As armaduras de couro seriam algo difícil de lidar, mas ela pareceu montar algum tipo de estratégia. Não poderia usar qualquer tipo de rocha para defender-se, e estava uma confusão só. Perguntou-se como o casco do navio estava sustentando tão bem o peso dos dez lestrigões que avançavam contra a superfície de madeira, mas não focou nisso. Nerisa correu, enquanto chamava a atenção de um deles, e quanto mais ele estava próximo, mais ela perguntava-se se aquilo daria certo. Usou uma das mesas pequenas que estavam no convés e jogou-a contra o monstro. Ele pareceu ainda mais furioso e deu o primeiro golpe: a clava de espinhos desceu contra ela. Ela fechou os olhos e sumiu. A viagem na sombra fez com que ela surgisse atrás do lestrigão, na sombra do monstro contra o casco do navio, e rapidamente ela fincou a foice nas canelas do bicho. Puxou Slicer com determinação, e quando ele virou-se para ver o que havia provocado a dor, Nerisa puxou Carrasca. A arma era pesada, mas ainda assim era o suficiente para auxiliá-la. Por isso ela fincou a montante com força contra o peito da criatura, pelas costas embora o esforço exigido fosse enorme. A lâmina estava com a uma leve aura tênue, e o material de ferro estige parecia vibrar. Girou a montante com força, largando Slicer em seus próprios pés. Em seguida, o monstro explodiu em meio a uma fumaça dourada e ela guardou a montante. Empunhou mais uma vez a foice, pegando-a do chão e avançando novamente contra algum outro monstro para quem precisasse de ajuda.

Este é o post número 013 que eu realizo com a personagem Nerisa Führhmann e contém 763 PALAVRAS. As pessoas citadas são Cheshire, Adamastor, Leonard.  Ela se passa em TITANIC. Eu gostaria de acrescentar que odeio esses easter eggs.

SHINJI @ OPS!


EASTER EGG:

Quebra do navio; Lestrigões; Érebo atrás d'O Coração do Oceano (não ele em si, mas as sombras).

PODERES:
Nível 1 – “Usar Arma Exótica: Ferro Estige”:
O ferro Estige é um material de coloração escura como ébano, e apenas pode ser manuseado pelos filhos de Hades, uma vez que tem a capacidade de absorver almas.

“Sabedoria do Abismo”:
O filho de Hades caminha livremente pelo submundo, com exceção de alguns lugares, então tem conhecimento da maioria dos monstros existentes que caminham sobre a terra.

Nível 6 – “Convocar Mortos Vivos II”:
Nesse nível, o filho de Hades pode convocar até três dos mesmos esqueletos, porem estes poderão ser ou não semideuses mortos (a critério do narrador), porem não portaram armas mágicas. [MP: 60]

“Viagem das Sombras I”:
Os filhos de Hades têm a capacidade de entrar por uma sombra e resurgir saindo de outra em um lugar diferente a sua vontade. Nesse nível, o filho de Hades pode viajar num raio de três quilômetros, porem apenas uma vez a cada dia. [MP: 35]

Nível 7 – “Clamor do Abismo”:
Uma revoada de almas perdidas é convocada para a arma do campista e a envolve tornando-se uma aura tênue. Os gritos das almas ressonam com o material da arma o fazendo vibrar com certa intensidade e causar mais 30% de dano em cada ataque. [MP: 70]
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Re: [Evento - Trama] — RMS Titanic

Mensagem por Leonard Aycliffe em Qui Set 12, 2013 6:20 pm


Why are you making us feel...

 No primeiro momento parecia simplesmente que tinham batido em algo, talvez um navio menor ou coisa parecida, mas logo vieram os gritos e os sons abafados de tiros, que ecoavam pelo casco do barco e chegavam aos poucos na região das caldeiras, o garoto se assustava um pouco e não entendia o porquê disso tudo, ele que a pouco estava só caminhando começara a aumentar seus passos aos poucos e começara a correr em direção ao deposito. Logo ele olhara para a esquerda e tinha um pessoal do lado administrativo que estava trancando os corredores falavam algo de evitar mais pessoas tomarem o lugar das pessoas que realmente precisam viver, e aos poucos o garoto percebia que a coisa era mais seria do que parecia ao ver uma escada ele sairá pela mesma e mal teve tempo de se segurar no corre mão quando sentiu um golpe muito forte e um som de metal se partindo. O navio se virara rapidamente e ele ficara meio que suspenso e não sofrera mais danos graças ao corre mão que não o deixara cair em grande velocidade, se soltando dele, caminhara pela parede para o lado externo, em um dos tantos balcões que o barco tinha, e aos poucos o terror tomava conta dele.
-Isso parece um filme... Tem que ser um filme... Ou um pesadelo... Não consigo acreditar nisso... Aquilo são gigantes?
Eram alguns tipos de homens ou monstros, e pareciam estar devorando as pessoas que encontravam, e lutando contra outros, do nada a luz que surgira anteriormente aparecera novamente em sua cabeça e o garoto ficara em duvido do que essa porra significava, e o medo dele só piorará quando viu que uma das criaturas parecia o focar, esta dera um grito ensurdecedor e começara a dar pulos e correr em direção dele.
-Serio? Esse escroto me viu com cara de chocolate? Tenho que chegar logo naquele armazém.
Novamente caminhando pela parede, começara a correr pelos corredores a procura de alguma indicação para chegar no armazém, procurando por alguma placa ou indicação de estar no caminho certo. Logo ele brecara um pouco e reparará em algo escrito como “Deposito” ou coisa do tipo, devia ser naquela direção, ele sorriu brevemente, até ouvir um som de metal sendo dobrado novamente, e batido de forma violenta e com muita força, depois desse som o seguira um grunhido de algum tipo de fera e palavras que não conseguia entender, talvez alguma linguagem antiga ou mesmo esquecida pelos tempos, era a certeza de que aquele monstro o tinha seguido, ou de que ele o tinha marcado como pressa. Suor descia pela sua face, e um olhar de preocupação ficara estampado na mesma, já que mesmo com toda sua velocidade parecia com que o bicho chega mais e mais perto dele.
- Aquele escroto deve estar no meu encalço, deixa ver... Sala de Maquinas... Não, Sala de Algodão doce... Talvez depois... ARMAZÉM!... Deve ser aquela porta lá
... these things!?

Esse é meu post de número {00}. O tempo está {chuvoso}, e estou usando {isso}, estou falando com {alguém/sozinha}. Estou postando {lugar}. E agradeço a Lari ❥ por esse template.
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Re: [Evento - Trama] — RMS Titanic

Mensagem por Dean Armstrong em Qui Set 12, 2013 10:08 pm



O pó dourado se espalhou pelo seu rosto quando percebeu o que havia acontecido, o Telquine nada mais era do que pó e logo sumiu como em um passe de mágica. "Mas que porra é essa..." Chegou a pensar no meio da confusão, querendo ou não tudo era muito novo para o filho de Ares, que não sabia nem mesmo o que estava por lhe aguardar, e porque aquela confusão acontecia em pleno mar gelado. Suas sobrancelhas se arquearam observando os demais garotos e garotas (que por sinal pareciam ter a mesma faixa etária) lutando arduamente contra as criaturas. Alguns já tinham certa experiência como uma garota que manejava uma foice, mas outros pareciam estar agindo por puro instinto assim como ele. Os Telquines eram derrotados um por um, e no meio da batalha o navio parecia pender cada vez mais. Já não sabia o que fazer, voltar e pegar os seus pertences? Ora, seria pura burrice. Aquele navio estava com os dias contados, tinha certeza. Seu corpo ficou parado por um momento enquanto observava as criaturas serem mortas, mas logo uma onde de adrenalina percorreu todos os músculos quando as sombras se moveram. As passadas se tornaram muito mais pesadas que as anteriores, foi aí que surgiram no meio do nada aqueles gigantes horríveis. Seus olhos arregalaram por ser a primeira vez que via algo tão grande, pelo menos com figura humanoide. O que iriam fazer? As pessoas começavam a se misturar e o pânico tomava os humanos de um lado ao outro, mas era muito óbvio que aqueles Lestrigões não buscavam os mesmos, ou muitos já teriam morrido quando passaram por perto destes. Dean foi surpreendido por um dos Lestrigões que seguiu em sua direção buscando o primeiro ataque com uma mãozada que com toda certeza o teria acertado se o rapaz não se jogasse com tudo no chão e rolasse o mais rápido possível para as costas da criatura. Seu corpo se movimentava quase que como uma marionete, como se soubesse o que fazer apesar de tudo. Ouviu a gargalhada do monstro ecoar quando percebeu a esquiva, foi ai que seu corpo gelou, aquela coisa falava. — "Uhuhuhu, sua carne cheira bem, garoto! — Dean não poderia ter recebido impacto maior quando outra mãozada fora desferida, sentiu o impacto forte quando colocou o escudo na frente do corpo procurando amenizar o golpe, mas ainda assim fora arremessado para trás. Na sua mão direita um pedaço de madeira ainda pendia, quebrado, sentiu o corpo doer intensamente mas sabia que não havia recebido um golpe daquele em vão. Na mão da criatura a lança estava fincava, exatamente no braço que o mesmo usara para atacar a cria de Ares. A raiva tomou seu corpo de uma forma incomum, parecia que os músculos se inflamavam, inchavam, estava louco, sedento.
— "Ora, seu nanico!" — Bom, aquilo seria um problema. O rosto de Dean ganhou um tom de vermelhidão intensa, levantou-se cerrando os punhos quando um dos humanos passou por sua frente, tombou o mesmo e o lançou na parede com brutalidade preparando o escudo. — Saia da minha frente, porra! — Então corre o mais rápido possível em direção a criatura que parecia se preparar para a batalha e fez o mesmo. Arrancavam pessoas da frente, arrumavam espaço para correr, foi o suficiente para abaixar um pouco mais no meio da confusão e sair da área de visão do Lestrigão (por mais alto que fosse), e assim surgir bem perto do mesmo em um fator surpresa. Dean saltou e usou o parapeito do navio de uma forma perigosa para criar um impulso que o fez pender para o lado e saltar o mais alto que conseguiu. Preparou o escudo com tudo no braço esquerdo e socou com toda a sua força   na altura dos olhos da criatura que cambaleou sentindo a dor daquela região sensível. Foi o bastante para que Dean catasse uma espada do chão (já que havia quebrado uma caixa cheia de armas anteriormente) e assim girar abaixando-se para cortar os tendões do grandalhão tirando-lhe o equilíbrio. O lestrigão não aguentou seu próprio peso e caiu para trás bem onde o filho de Ares estava, só teve tempo de afastar o corpo até a queda do gigante. — SEU FILHO DA PUTA, CHUPA AGORA, QUEM É NANICO, QUEM É NANICO SEU VIADINHO DE MERDA? —  Foi quando o escudo já um pouco amassado caiu sobre o pescoço da criatura com pancadas fortes na intenção de decapitá-lo. Uma, duas, três, quatro, a quinta fez com que um pó se espalhasse mais uma vez diante do seu corpo fazendo o mesmo parar por um momento para aguentar a fadiga.  Cuspiu no chão e apoiou-se na espada para tentar aguentar aquele esforço que fazia seus músculos  queimarem. — Urrff...Viu filho da puta, agora você se fodeu...Espero que esteja ardendo no inferno, desgraçado. — Foi então que se perguntou o que fazer no meio do acidente, iria pular no mar? Não, era gelado demais, principalmente pelo Iceberg. Correu até um dos homens e puxou o colete de sua correndo pela multidão para achar uma forma de não cair na água e ficar por lá. E agora caralho, aquela porra ia afundar mesmo?

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Re: [Evento - Trama] — RMS Titanic

Mensagem por Cheshire M. em Sex Set 13, 2013 1:34 am



Long live the King

Só não direi que estava quase no inferno dentro daquele barco por que, convenhamos, o inferno é um bom lugar aos meus olhos, é a casa da minha mãe e eu não me importaria de ir ficar com ela EM OUTRAS CONDIÇÕES e ANOS MAIS PARA FRENTE! Phew... Ok, o importante era este grande caos gerado pelo choque do navio contra o iceberg gerado por Despina e que agora estava afundando e, pra variar, estávamos sem maneira de fugir! Que legal! Cercados por água salgada, lestrigões que acabaram de chegar e telquines ainda por cima.

Antes que pudesse notar Nerisa já estava se afastando de novo para dar conta de um dos lestrigões e a cena passou-se em meus olhos de forma rápida como se estivesse avançada umas quatro ou oito vezes só pra você ter uma noção. Um corpo gigante caído, pó dourado surgindo e eu me aproximando. ── Neri, vou precisar de sua ajuda! ── Comecei a gritar por cima do auê que faziam desesperados por botes no convés. ── Enquanto eu dou um jeito nos gigantes eu preciso que você roube um bote para nós. Não se preocupe em matar, papai do céu não vai nos castigar por isso. ── Sussurrei antes de ouvir aqueles passos pesados se aproximando e virei meus olhos para o chão, uma foice em meus pés e a ideia surgiu como uma brincadeira de criança. ── Pode me emprestar isso aqui? ── Perguntei antes de me abaixar e pegar a foice dela que, com a sua permissão, se tornou uma arma que me seria muito útil para brincar com gigantes. Alguns passos para o lado enquanto girava a lâmina sobre minha cabeça e sentia a aura negra cobrir meu corpo, mudar as cores de meus olhos para um tom mais escuro. ── Vamos testar se dói mesmo esse lance de quanto maior o corpo, melhor será a queda. ── E graças a velocidade extra ganha na aura, disparei contra o lestrigão e girei meu corpo umas duas vezes em deslize enquanto a lâmina raspava na madeira sendo que, no último giro, ela subiu apenas para pegar a perna do monstro e o lançar para frente em um súbito puxão no pé.

Realmente, a queda foi feia e eu já desci a foice em seu pescoço e puxei para ver aquela muralha virar pó dourado enquanto eu ria. ── Opa, parece que descobri uma coisinha legal! ── E tornei a girar a lâmina sobre minha cabeça, oito gigantes, certo? Deslizando com rapidez pelo convés graças a minha aura eu fui passando a lâmina na perna de pelo menos três lestrigões para fazer eles caírem como o primeiro e por fim parar ao lado de Nerisa para lhe devolver a arma. ── Leo, me dá uma ajudinha aqui com os monstros! ── Pedi antes de voltar correndo para perto de um bote inutilizado que os guardas ainda não conseguiram pegar e tentei levantar: Inútil. ── Merda, merda. ── Soltei antes de chamar os esqueletos convocados por Nerisa para perto e suspirar. ── Peguem isso e levem para a beira do navio, por favor. Precisamos escapar daqui. ── Sussurrei antes de voltar correndo para onde estavam os outros e respirar pesado, um pouco cansado. ── É pouco tempo para muita coisa, droga... ── Resmunguei ao lado de Nerisa e por fim sorri para ela, um sorriso feliz por que no fim de tudo, era sempre bom lutar ao lado dela. ── Algum plano? Por que se não, acho que faremos uma visita para nossos pais mais cedo do que imaginávamos... ── E me permiti uma risada mesmo que cansada e numa situação completamente perigosa mas, é aquilo, só rindo pra não chorar.
by Shinji @ Ops


Poderes utilizados:

“Força Profana”:
Uma aura enegrecida que envolve o filho de Perséfone o dando um ganho de 50% em sua velocidade atual e a capacidade de evitar ataques diretos com mais 30% de chance durante dois turnos. [45 MP]

Armas utilizadas:
♠ Slicer {Foice Longa, com cerca de 1,90 metros de comprimento semi curvada feito de liga de aço e prata. Possui coloração enegrecida em seu cabo e sua lamina percorre a curvatura de 90 a 0° em circunferencia perfeita.
Possui a habilidade Deadly Sentence, que uma vez por luta permite ao usuário brandí-la em um forte movimento horizontal e cortar com uma lamina de vento tudo o que estiver 180° a sua frente num raio de 7 metros, tal corte ainda pode ser interrompido por armas ou armaduras que resistam a um golpe direto da foice. }

(( Obs.: A personagem dona desta arma autorizou seu uso nesta postagem.
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Re: [Evento - Trama] — RMS Titanic

Mensagem por Renly Louisenbairn em Sex Set 13, 2013 2:02 am






O que você faz quando



Ninguém te vê fazendo, ou o que você iria fazer se ninguém pudesse ter, hun?




Eu tentei, viu? Eu juro que tentei mas o que acontece é que, por mais que eu empurre o guri ele simplesmente não se movia e eu não ia arriscar minha vida para salvar uma besta dessas, por favor. Bem, se ele não fosse escapar da água que subia, eu o faria e faria com pressa por que meu planejamento para morrer era lá para os oitenta anos, morrer de velhice e não afogado em um navio afundando. ── Zeus me livre! Credo, credo! Pensa nisso não, ô! ── Soltei enquanto começava a sentir a água em minha cintura e me desesperava, caralho, não quero morrer! Meus olhos se arregalavam e me faltava ar, sentimento de estar indo pra baixo, mais pra baixo que o possível eu me agarrava em tudo que podia para escapar agora, imagina a minha felicidade quando cheguei no ponto que subia e eu me via longe daquela água, ainda que aparentemente. ── Aê, eu vou viver! Viver! ── Gritei enquanto pulava com as roupas pesadas e notava a muvuca no convés.

Havia monstros, isso era fácil notar e além dos monstros havia semideuses com armas poderosas que eu podia ver daqui onde estava. Chegava a ser espantoso a diferença deles para mim porém, motivadora em certo ponto e eu corri até eles e reduzi quando precisei desviar de uma estocada de lança que a lâmina raspou em meu rosto e eu sorri, se fosse para provar coragem e oportunismo, que fosse agora. Um giro e minha katar fincou em seu pescoço monstruoso e eu puxei para baixo, abrindo seu corpo em uma explosão de pó dourado. ── Galerinha de Deus, alguém ai possuí algo de longo alcance para me emprestar? ── Perguntei enquanto me aproximava e vi um rapaz de cabelos negros e longos que se apresentou como Cheshire me entregar boleadeiras, me disse para ajudar a derrubar os lestrigões e assim o fiz, joguei aqueles objetos pesados mirando sempre suas pernas quando uma delas levantava para realizar o passo. Assisti a queda de três e então corri para perto do bote onde esqueletos tentavam levar para a beira do navio e nos livrar dali, vamô que vamô, sangão!



POST: #O2;
WHERE: O magnífico RMS Titanic;
WHEN: 12 de abril de 1912


WHO: Noctus, Cheshire e outros campistas;
WEARING: O que eu roubei por ai;
LISTEN: Everything fades to gray ( instrumental version ), Sonata Arctica;


template por Lena do Aglomerado




Armas:
Aeria {Katar com a lamina feita em prata sagrada, de forma que torna-se translucida quando usada em baixa luminosidade. Não sofre com a intervenção do ar ao ser movimentada, de forma a não haver perca da velocidade em cada ataque.}[PvP: Acertos +2]

Poderes:
“Oportunismo”:
A forma de observar a situação de cada semideus varia, porém é mais fácil para a prole de Hermes, mesmo em lutas, ver algumas coisas que outros não veem. Essa habilidade dá ao filho de Hermes a capacidade de realizar um ataque furtivo dentro da luta sem precisar esconder-se, basta que tenha o posicionamento correto para isso. [SP 15]
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